Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Erika Hilton rejeita negociação sobre emendas da PEC da 6×1

    21 de maio de 2026

    Vereador Rosenildo Freitas defende indicações voltadas ao esporte e lazer em Tailândia

    21 de maio de 2026

    Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC

    21 de maio de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quinta-feira, maio 21
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTES
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • Eleições 2026
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Após 123 anos, STJ decide que família real não é dona do Palácio Guanabara

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro22 de maio de 2019 PORTAL DA HISTÓRIA
    Palácio Guanabara: 120 anos de injustiça
    Localizado no bairro das Laranjeiras, zona Sul do Rio de Janeiro, o Palácio teve a construção erigida em 1853 pelo rico comerciante português José Machado Coelho. Foto: Reprodução
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    Os ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitaram quatro embargos de declaração interpostos na disputa pelo Palácio Guanabara, processo que tramita há 123 anos e é considerado o mais antigo caso judicial do Brasil.

    Em dezembro, o colegiado rejeitou a pretensão dos herdeiros da família imperial brasileira de serem reintegrados na posse do imóvel ou indenizados pela tomada do Palácio Guanabara após a Proclamação da República. As informações foram divulgadas no site do STJ.

    Além do processo original, iniciado pouco depois da queda da monarquia, outro foi ajuizado em 1955. O relator dos recursos, ministro Antonio Carlos Ferreira, afirmou que “não há vícios a serem sanados” e os embargos buscavam rediscutir o conteúdo da decisão – o que é vedado.

    “Nenhuma efetiva omissão foi apontada, sendo certo que o acórdão embargado, em extensa motivação, enfrentou os temas apresentados nos presentes embargos, inclusive a respeito da legislação aplicável e da impossibilidade de se aprofundar no exame de disposições constitucionais”, destacou o ministro.

    Em um dos embargos, a família Orleans e Bragança questionou a aplicação de artigos da Constituição vigente à época, a de 1824. Também houve questionamentos dos conceitos de dote, sucessão e confisco de bem, entre outros.

    O relator pontuou que, após o julgamento no STJ, os herdeiros da princesa Isabel entraram com recurso extraordinário, que não foi admitido. A família imperial interpôs agravo de instrumento para o Supremo Tribunal Federal, pendente de julgamento.

    “Se houver necessidade, de fato, de decidir questão jurídica de natureza constitucional, sê-lo-á nos recursos extraordinários referidos ou nos que venham a ser protocolizados nesta corte, caso assim entenda o colendo STF.”

    Sucessão

    Em outros embargos de declaração, o ministro Antonio Carlos rejeitou a tese de que não foi respeitada no caso a regra do artigo 10 do Código de Processo Civil de 2015.

    “A qualificação do advento do regime republicano como nova hipótese de “fim da sucessão” dos privilégios da família imperial constitui entendimento adotado no acórdão embargado como simples resposta à alegação dos recorrentes de que a integração dos bens dotais aos próprios nacionais somente se daria quando não existisse mais sucessão, o que afasta a aplicação do artigo 10 do Código de Processo Civil/2015″, afirmou o relator.

    O ministro destacou que não houve confusão entre simples posse e a posse decorrente do domínio.

    Processo histórico

    A ação possessória foi iniciada em 1895 pela princesa Isabel de Orleans e Bragança. O objetivo era reaver a posse do imóvel, onde ela foi residir depois do casamento com o príncipe Gastão de Orleans, o conde d”Eu.

    A ação reivindicatória, por sua vez, foi proposta pelos herdeiros em 1955. A família Orleans e Bragança sempre alegou que o governo brasileiro não a indenizou pela tomada do palácio.

    Em 123 anos de tramitação, o caso teve muitas decisões, permanecendo no arquivo do STF por mais de 60 anos, até que foi remetido ao extinto Tribunal Federal de Recursos, quando voltou a tramitar.

    Fonte: Isto É

    família real herdeiros Palácio Guanabara
    Avatar photo
    Taciano Cassimiro
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Jornalista MTB 3190/PA, Bacharel em Teologia, Pós-Graduações: História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais, Comunicação em Crises Internacionais | Pós-Graduando MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Assessoria de Imprensa | Membro do SINJOR (Sindicato dos Jornalistas do Pará) e da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas). Alagoano, de Maceió. Torcedor do CSA, Vasco da Gama e Paysandu.

    Continue lendo

    Irlanda e Inglaterra: Uma História de Conflito e Complexidade

    História Política do Peru e a Crise de Representatividade

    Relatório aponta que Juscelino Kubitschek (JK) foi assassinado pela Ditadura Militar no Brasil

    Em 1986, Hélio Gueiros (PMDB) era eleito Governador do Pará

    O Nordeste das Capitanias aos Currais Eleitorais

    O Peso da História: 1º de Maio, Entre a Memória da Luta Operária e o Lazer do Presente

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Memória Política: Jefferson Lima surpreendeu na disputa ao Senado em 2014

    18 de maio de 2026

    PT e MDB no Pará: A força de Dirceu Ten Caten na chapa de 2026

    11 de maio de 2026

    Jacundá sob liderança de Itonir Tavares: Gestão aprovada e influência para 2026

    6 de maio de 2026

    Eleições 2026: Peso político de Eliel Faustino no tabuleiro paraense

    6 de maio de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Presidente da Alepa intensifica agendas e acompanha entregas estruturantes no interior do Pará

    ALEPA EM FOCO 19 de maio de 2026

    O presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão (União) vem expandindo sua atuação institucional para além do ambiente parlamentar em Belém, com uma sequência de agendas de trabalho nas regiões sul, sudeste e nordeste do estado,

    Lembrança Política: A lei de autoria de Elias Santiago que eternizou obra musical de Dona Onete no Pará

    ALEPA EM FOCO 19 de maio de 2026

    A obra de Dona Onete, a Rainha do Carimbó, virou patrimônio cultural imaterial do Pará pela Lei nº 10.088/23. O projeto, do deputado Elias Santiago, foi aprovado por unanimidade na Alepa.

    Lei 11.099/25: relembre a legislação de autoria de Lu Ogawa que amplia apoio a famílias atípicas no Pará

    ALEPA EM FOCO 19 de maio de 2026

    A Lei 11.099/25, do deputado Lu Ogawa, criou no Pará o Programa de Atenção à Saúde Mental para pais e cuidadores de pessoas com TEA e síndrome de Down, visando combater a sobrecarga emocional.

    Deputado Ronie Silva mantém agendas voltadas ao diálogo com a população paraense

    ALEPA EM FOCO 19 de maio de 2026

    O deputado Ronie Silva (MDB) intensificou agendas em Cametá, Benevides, Icoaraci e Belém. O parlamentar debateu demandas de infraestrutura, ouviu moradores e apoiou eventos culturais.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}