Durante sessão no Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (14), o ministro Flávio Dino criticou cursos voltados a “ensinar homens a serem homens” ao defender a importância da igualdade salarial entre homens e mulheres.
Dino associou esse tipo de conteúdo ao movimento “red pill”, ligado a discursos misóginos nas redes sociais, e afirmou que o Brasil enfrenta “desafios gigantescos” relacionados à violência contra as mulheres, como feminicídios e estupros.
A declaração ocorreu durante o julgamento que analisa a validade da lei sancionada em 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que obriga empresas a garantirem igualdade salarial entre homens e mulheres na mesma função.
O debate ganhou repercussão após o ator Juliano Cazarré divulgar um curso voltado ao público masculino, que gerou críticas nas redes sociais.

