Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Torrinho Torres: A voz mais qualificada na defesa do setor produtivo no Pará em 2026

    3 de novembro de 2026

    Alepa 2027 | Chamonzinho conversa com Taciano Cassimiro sobre a presidência do Parlamento após bater recorde de votos

    3 de novembro de 2026

    Alepa 2027 | Reeleito com votação expressiva, Luth Rebelo cotado para presidir o parlamento

    3 de novembro de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quarta-feira, novembro 4
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTE
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • HISTÓRIA DAS ELEIÇÕES
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Cláudio Affonso: Direito sem Roteiro
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Conversa Jurídica com Leomara Couto
      • A Forja do Direito com Daniele Malheiros
      • Vozes da Amazônia com Monick Barros
      • Estella Nunes: Olhares sobre História e Direito
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Gisele Lana: Entre Direitos e Benefícios
      • Leilões & Estratégia com Tatiana Filagrana
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Descomplica Tributário Com Paula Souza
      • Direito Sem Rótulos com Renata Feitosa
      • Ana Rodrigues: Lugar de Fala: Gênero, Direito e Protagonismo
      • Maria Clara Farias: Direito, História e Sociedade
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Ditadura nunca mais: 64 não é um marco para democracia

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro1 de abril de 2021 PORTAL DA HISTÓRIA
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    Ditadura nunca mais: 64 não é um marco para democracia
    Estudante é preso pela polícia durante a chamada sexta-feira sangrenta, no Centro do Rio, em 21 de junho de 1968 Foto: Acervo da Globo
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    A Ordem do Exército, tornada pública no dia 30 de março alusiva aos eventos de 1964, há exatos 57 anos, é no mínimo uma vergonha e tentativa de mascarar o episódio, de passar pano em um período negro da história política do Brasil.

    O exército diz “O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época.” Assinada pelo WALTER SOUZA BRAGA NETTO Ministro de Estado da Defesa.

    O país de fato vivia um período confuso e turbulento, Jânio Quadros, do PTN (Partido Trabalhista Nacional), inexpressivo, sem base partidária, era o presidente do Brasil, em 1961. Jânio se apresentou como renovação política, sua campanha – Vassoura – símbolo de campanha (“varrer a corrupção”) – prometia acabar com a corrupção. Jânio, teatral e contraditório, que proibia brigas de galo e uso de biquíni, renunciou com sete (07) meses de mandato.

    Depois de longa batalha, Jango, o João Goulart, assume a nação como presidente, com os poderes de presidente, pois da renúncia em 1961 de Jânio, instalasse o sistema parlamentarista com Tancredo Neves de 1961-1962, Brochado da Rocha 1962 e Hermes Lima de 1962-1963, em 1963 em plebiscito o presidencialismo vence, e Jango agora é o presidente sem a figura do primeiro-ministro.

    Em 1964 o Brasil enfrentava diversas crises, Goulart governava sob forte pressão dos militares, investimento americano para neutralizá-lo, instituições como o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) atuando eleitoralmente para desestabilizar Goulart, e o Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (Ipes) com apoio de militares, empresários e jornalistas juntos disseminando o discurso do anticomunismo.

    Goulart apresenta as reformas de base agrária, urbana, política e educacional, que desagrada poderosos e a classe dominante.

    Em 13 de março de 1964, o Comício da Central do Brasil provocou forte reação nos setores mais conservadores e contribuiu para a derrubada de João Goulart.

    Em 19 de março, em São Paulo, foi organizada a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, com o objetivo de mobilizar a opinião pública contra Jango.

    31/03/1964: Golpe Militar derruba o presidente e institui a ditadura no país, que cassou mandatos legislativos, suspendeu direitos políticos, jornalistas presos e executados, como Vladimir Herzog, assinado nos porões da ditadura, forjaram uma cena com direito a fotos para dizer que o jornalista havia se suicidado. O caso do deputado Rubens Paiva, morto há 50 anos, cujo corpo foi ocultado. Corrupção grassou nessa época, e aqui vem a pergunta – quem vai investigar aquele que detém o poder das armas e das chaves das cadeias?

    O Exército ainda em sua Ordem do Dia disse “Os brasileiros perceberam a emergência e se movimentaram nas ruas, com amplo apoio da imprensa, de lideranças políticas, das igrejas, do segmento empresarial, de diversos setores da sociedade organizada e das Forças Armadas, interrompendo a escalada conflitiva, resultando no chamado movimento de 31 de março de 1964“.

    Ainda que houvesse descontentes na sociedade em relação a Goulart, ninguém pediu, ninguém queria ditadura. Igreja Católica não pediu, políticos que apoiaram a queda de Jango também não, como Lacerda e JK, traídos pelos militares, pois tiveram seus mandatos cassados. Ninguém pediu o fechamentos das entidades estudantis e demolição da sede da UBES e da UNE. Ninguém pediu fechamento do congresso e suspensão de habeas corpus, pessoas proibidas de se reunir, em clubes, sindicatos, até nos próprios lares. Sem contar atos terroristas praticados por militares para colocarem culpa nos comunistas. É fato que houve reação violenta, não endosso, embora tenha sido ela uma resposta ao golpe sofrido. Lembre-se o golpe fora dado sem reações dos tais comunistas, e Jango para não ver irmãos matando irmãos não resistiu, e se exilou no Uruguai (No dia 2 de abril, apesar de Jango ainda se encontrar em território nacional, o Congresso Nacional declarou a vacância da Presidência da República, entregando o cargo de chefe da nação novamente ao presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli.[195] No dia 10 de abril, João Goulart teve seus direitos políticos cassados por 10 anos, após a publicação do Ato Institucional Número Um,AI-1, em abril/2013 o Congresso anulou a sessão de 02/abril/64, que destituiu o Presidente João Goulart”).

    O estudante Edson Luis, 17 anos, saiu de Belém (PA) e só queria cursar a escola técnica no Rio de Janeiro. Filho de lavadeira, ele fazia bicos de faxina para se manter e comia no restaurante universitário Calabouços, morto pela PM. Benedito Dutra também levou um tiro da polícia militar. Levado até a Assembleia Legislativa pelos colegas, que temiam que os policiais sumissem com os corpos.

    Fatos são inúmeros provam e comprovam que 64 foi golpe, pois o que de fato os militares mostraram é que queriam o poder, e com ele em mãos mergulharam o país nas trevas da perseguição, mortes e desaparecimentos.

    Os fatos de 1964 deveriam ser resolvidos com democracia, de forma política, e o golpe mostra que Goulart não tinha o exército em sua mão, então como daria golpe sem apoio das forças armadas? O mandato já estava caminhando para o fim, mas o golpe sempre foi o caminho escolhidos pelos salvadores da pátria e o vilão, o pretexto para golpes sempre fora os comunistas, em 1937, em 1964 e 2016.

    1964 não é um marco para democracia, ditadura nunca mais, e que os problemas de ideologias partidárias, os problemas políticos, econômicos e outros, sejam resolvidos na e com a democracia.

    Ditadura nunca mais!

    brasil ditadura militar golpe militar rubens paiva são paulo Uruguai
    Avatar photo
    Taciano Cassimiro
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Taciano Cassimiro (MTE 3190/PA), bacharel em Teologia e licenciado em História. Possui pós-graduações em História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais e Comunicação em Crises Internacionais, além de um MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda. Atualmente, especializa-se em Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, e cursa pós-graduações em jornalismo investigativo; Direito Civil e Direito Processual Civil; Ciências Criminais. Filiado ao Sindicato dos Jornalistas do Pará (SINJOR) e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é natural de Maceió (AL) e adotou o Pará como lar. Fora do jornalismo e da análise política, divide sua paixão pelo futebol entre o CSA, o Vasco da Gama e o Paysandu.

    Continue lendo

    A História Oculta por Trás de “Menino”: Como Milton Nascimento Imortalizou Edson Luís na Ditadura

    As Sombras da Cruz: Quando a Fé Justificou a Fogueira, o Colonialismo e o Sangue

    Elis Regina e a Ditadura Militar: A Voz pela Democracia

    A Espada e a Fé: Como a Revolta dos Camponeses e a Posição de Martinho Lutero Marcaram Sangue na Alemanha de 1525

    O Arquiteto Fardado do Poder: A Trajetória de Góis Monteiro e os Golpes que Moldaram o Brasil

    Revolução Paulista: A Epopéia de 1932 – Quando São Paulo Levantou Armas pela Constituição

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Torrinho Torres: A voz mais qualificada na defesa do setor produtivo no Pará em 2026

    3 de novembro de 2026

    Alepa 2027 | Chamonzinho conversa com Taciano Cassimiro sobre a presidência do Parlamento após bater recorde de votos

    3 de novembro de 2026

    Alepa 2027 | Reeleito com votação expressiva, Luth Rebelo cotado para presidir o parlamento

    3 de novembro de 2026

    Com Mais de 100 Mil Votos, Gustavo Sefer É Considerado Preparado para Presidir a Alepa em 2027

    31 de outubro de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Deputadas do PL na Alepa | Renata Fonseca e a construção de espaço no Legislativo

    ALEPA EM FOCO 2 de novembro de 2026

    A conquista de 75.841 votos no pleito de 2026 colocou Renata Fonseca (PL) na 11ª…

    Deputadas do PL na Alepa | Tati Barra: experiência profissional e novos desafios políticos

    ALEPA EM FOCO 2 de novembro de 2026

    A médica Tati Barra (PL) conquistou 78.986 votos nas Eleições 2026, sendo eleita deputada estadual no Pará como a 9ª candidatura mais votada rumo à Alepa.

    Deputadas do PL na Alepa | Mariza Almeida: da política municipal ao cenário estadual

    ALEPA EM FOCO 2 de novembro de 2026

    Com 84.354 votos, a ex-vereadora de Redenção Mariza Almeida (PL) foi eleita deputada estadual no Pará em 2026, sendo a 7ª candidatura mais votada do estado.

    Deputadas do PL na Alepa | Lanúzia Cunha e a maior votação da legenda

    ALEPA EM FOCO 2 de novembro de 2026

    Com 87.182 votos, a psicóloga Lanúzia Cunha (PL) foi eleita deputada estadual no Pará em 2026, destacando-se como a quinta parlamentar mais votada do estado.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}