O presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que não se omitirá ao avaliar o caso do Banco Master, cuja investigação é relatada pelo ministro Dias Toffoli – alvo de pedidos de suspeição.
Fachin evitou antecipar juízos, mas já havia defendido publicamente que a atuação de Toffoli segue o devido processo legal e que o tribunal não cede a pressões. Ele tem proposto a criação de um código de conduta para os ministros, citando a grande exposição midiática da corte.
“Uma coisa é certa: quando for necessário atuar, não vou cruzar os braços. Doa a quem doer”, afirmou.
No entanto, internamente, Fachin é criticado por colegas por tratar abertamente desse assunto em um momento de intensa pressão sobre o STF. Além de Toffoli, o ministro Alexandre de Moraes também enfrenta questionamentos devido a um contrato milionário do escritório de advocacia de sua esposa com o Banco Master.
