Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Sessão na Alepa homenageia os 69 anos da Ceplac

    8 de maio de 2026

    Wagner Pereira consolida espaço político no Marajó

    8 de maio de 2026

    Em defesa da Democracia: O combate ao espírito golpista que ronda o país

    8 de maio de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    sábado, maio 9
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • FOLHA DE ESPORTES
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Eleições 2026
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Por que o regime militar no Brasil foi uma ditadura?

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro24 de outubro de 2018 PORTAL DA HISTÓRIA
    Por que o regime militar foi uma ditadura?
    Manifestação contra a ditadura - Wikimedia Commons
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    Brasil | Ditadura | Em momentos de crise, saudosistas dos anos de chumbo surgem trazendo o pedido por uma intervenção militar, muitas vezes sem nem saber do que se trata. Alguns desses simpatizantes, que insistem em dizer que não houve ditadura no país, talvez precisem conhecer um pouco mais da nossa história.

    Afinal, o que fez com que esse período fosse caracterizado com esse termo?

    Vários aspectos do regime mostram que a vida no Brasil não era boa como muitos gostam de dizer. A opressão e a tirania estavam por toda parte. Duvida? Então dá uma olhada nessa lista:

    Manifestações

    Hoje é possível se manifestar pelos mais diversos movimentos ideológicos, inclusive há quem peça pela volta da ditadura, por exemplo. Mas protestos eram duramente combatidos pelos militares nos anos de chumbo. O estudante secundarista Edson Luís foi assassinado a tiros por protestar contra a alta no preço da comida de um restaurante estudantil. A revolta popular foi se tornando frequente, mas era repreendida. Em 1964, a sede da UBES e das entidades estudantis foi metralhada e incendiada no Rio de Janeiro para tentar frear o avanço da atuação do movimento. Impedir que as pessoas manifestem suas insatisfações políticas e sociais é típico de um regime ditatorial.

    Corrupção

    Atualmente, apesar de muitas pessoas continuarem impunes, o Brasil tem um maior número de investigações e punições aos envolvidos em corrupção. Os investimentos em transparência e autonomia da Polícia Federal trouxeram o tema com força ao anseio popular. Porém, durante a ditadura, além do aumento da desigualdade social e crescimento da dívida pública, a corrupção também foi marcante. Os corruptos se beneficiaram do regime e muitos casos só vieram a tona após a redemocratização. Veja aqui 10 exemplos de casos de corrupção na ditadura.

    Censura

    A imprensa, atualmente, tem liberdade de transmissão e divulgação da informação. Isso inclusive gera a pluralidade de veículos com posicionamentos ideológicos diferentes. Isso não seria possível durante a ditadura, pois havia sensores nas redações de jornais do país para controlar o tipo de informação veiculada. O decreto que permitia a censura foi chamado de Decreto Leila Diniz, levando o nome da atriz que na época deu uma entrevista considerada “imoral”. Artistas também eram impedidos de exercerem suas atividades com liberdade, precisando se exilar em outros países.

    Perseguição política

    A pluralidade ideológica na política é o que caracteriza uma democracia representativa. Governo e oposição são vertentes de posições políticas que se misturam em diversos partidos. Na ditadura, foram muitas as histórias de militantes de esquerda perseguidos e desaparecidos. Os militares usavam da tortura, inclusive nos filhos das vítimas. Muitas dessas crianças, não foram encontradas até hoje.

    Tortura

    Atualmente a tortura é proibida pela Constituição Federal, classificada como crime na Lei da Tortura nº 9.455. Mas os métodos de tortura eram comuns aos opositores da ditadura e civis que eles considerassem “criminosos” ou “subversivos”. Eram violências como o do pau-de-arara, afogamento, palmatória e outras utilizadas para provocar sofrimentos físicos e mentais, para intimidar as vítimas. Hoje, infelizmente, parte dessas práticas continua sendo utilizada dentro de delegacias ou em ações violentas da polícia, principalmente contra a população pobre e negra, mas deve ser combatida.

    Liberdades individuais

    O Brasil vive um período conturbado, mas já garantiu direitos fundamentais a liberdade individual da população. Liberdades eleitorais, casamento igualitário, igualdade de gêneros, nada disso era debatido na ditadura. Além de proibições ou omissões, a liberdade de expressão também era duramente reprimida. Opiniões emitidas pelas redes sociais, como vemos aos montes hoje em dia, seriam impossíveis de passar pela censura dos militares.

    Estado de exceção

    Em um estado de exceção, a soberania popular é totalmente derrubada. Com um regime ditatorial no comando, não mais possibilidade de habeas corpus, não é preciso ordem judicial para prisões, é possível “grampear” as comunicações, cassar mandatos políticos e muitos outros atentados à liberdade democrática. Tudo isso aconteceu na ditadura e hoje em dia, é duramente combatido por órgãos, líderes de movimentos e pelo próprio povo.

    Democracia

    Apesar dos retrocessos e ataques feitos pelo governo de Michel Temer, ainda temos o poder de eleger nossos representantes paras os cargos executivos e legislativos a cada quatro anos. Durante a ditadura militar, não era assim. Os chefes do executivo eram eleitos de forma indireta – ou seja, por outros políticos. Lembrando que em 1966 o Congresso Nacional foi fechado pelos militares e todos os poderes foram concentrados nas mãos de apenas uma pessoa: Humberto Castello Branco, intitulado presidente. Com o passar do tempo, foi possível eleger políticos para cargos legislativos (deputados, senadores, vereadores etc) mas só havia um partido de oposição, sem pluralidade para liberdade de escolha do eleitor.

    Fonte: UBES

    censura corrupção mortes prisões torturas
    Taciano Cassimiro, é jornalista, comentarista e CEO da TN Brasil TV / Foto: AP
    Taciano Cassimiro
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Jornalista MTB 3190/PA, Bacharel em Teologia, Pós-Graduações: História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais | Pós-Graduando em Comunicação em Crises Internacionais e MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda | Membro do SINJOR (Sindicato dos Jornalistas do Pará) e da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas). Alagoano, de Maceió. Torcedor do CSA, Vasco da Gama e Paysandu.

    Continue lendo

    Em 1986, Hélio Gueiros (PMDB) era eleito Governador do Pará

    Chuvas em Pernambuco: 4 morrem e mais de mil vítimas ficam desalojadas

    O Nordeste das Capitanias aos Currais Eleitorais

    O Peso da História: 1º de Maio, Entre a Memória da Luta Operária e o Lazer do Presente

    Palestra: O Fio de Ariadne – Navegando pelo Tempo e pela Memória

    O Assassinato de Serguei Kirov: Um Crime que Mudou a História

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Jacundá sob liderança de Itonir Tavares: Gestão aprovada e influência para 2026

    6 de maio de 2026

    Eleições 2026: Peso político de Eliel Faustino no tabuleiro paraense

    6 de maio de 2026

    O Alvorecer Democrático no Pará: Jader Barbalho e a Arquitetura de um Novo Poder (1983-1987)

    2 de maio de 2026

    Dica: “O Processo” de Franz Kafka

    29 de abril de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Sessão na Alepa homenageia os 69 anos da Ceplac

    ALEPA EM FOCO 8 de maio de 2026

    Alepa homenageia os 69 anos da CEPLAC e destaca o avanço da produção de cacau no Pará, líder nacional no setor agrícola.

    Lu Ogawa amplia espaço político e mira Brasília

    ALEPA EM FOCO 8 de maio de 2026

    Lu Ogawa (PP) fortalece seu nome no Pará e planeja candidatura federal em 2026. Eleito com 46.262 votos, preside a Frente da COP-30 e atua em defesa da causa autista, do esporte e da sustentabilidade.

    Elias Santiago fortalece espaço político no Pará

    ALEPA EM FOCO 7 de maio de 2026

    Em seu primeiro mandato, Elias Santiago (PT) destaca-se na Alepa com 44.734 votos. Sua atuação é voltada à defesa dos agricultores familiares, pequenos produtores e ao fortalecimento da cultura paraense.

    Deputado Ronie Silva: articulação e diálogo marcam agenda parlamentar

    ALEPA EM FOCO 7 de maio de 2026

    Ronie Silva (MDB) cumpriu agendas no TCM-PA com o prefeito de Curuá e reuniu-se com o ex-governador Helder Barbalho e prefeitos. O foco foi o fortalecimento das ações e articulações para os municípios.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.