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    Taxa Selic sobe para 12,25% ao ano: entenda a decisão do Copom

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV22 de dezembro de 2024 ECONOMIA
    Taxa Selic sobe para 12,25% ao ano: entenda a decisão do Copom
    Pela terceira vez, desde agosto de 2022, o Banco Central aumentou a taxa de juros. E o principal motivo é a inflação e as incertezas nos Estados Unidos / Foto: Reprodução
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    Pela terceira vez, desde agosto de 2022, o Banco Central aumentou a taxa de juros. E o principal motivo é a inflação e as incertezas nos Estados Unidos.

    O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu, no dia 11 de dezembro de 2024, aumentar a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 11,25% para 12,25% ao ano. Este é o maior aumento desde 2022.

    A alta já era esperada, mas não nesse nível. Aumentos dessa magnitude na taxa são chamados de “choque de juros”. Um dos motivos para essa elevação é a inflação, segundo informou o próprio Copom em comunicado. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a inflação acumulada de janeiro a novembro é de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 4,87% – acima da meta de 3% estipulada pelo Banco Central para este ano.

    Mas o que a inflação tem a ver com a Selic, quais os demais motivos para o aumento da taxa básica de juros, o impacto para o seu bolso e as perspectivas para a taxa de juros nas próximas semanas? Entenda a seguir.

    Por que a taxa Selic subiu?

    A Selic subiu, de acordo com o Copom, por diversos motivos. E um deles é a inflação. É por causa desse indicador que o Banco Central decide subir ou reduzir a taxa básica de juros.

    É que a instituição usa a taxa Selic como ferramenta para controlar a inflação. Assim, quando a Selic sobe, os juros cobrados nos financiamentos, empréstimos e cartões de crédito ficam mais altos. Isso desestimula o consumo e favorece a queda da inflação. Afinal, pessoas e empresas pensam duas vezes antes de entrar em uma dívida com juros altos.

    Desde janeiro de 2021, o Banco Central aumentou a taxa Selic 12 vezes seguidas e, depois, manteve os juros em 13,75% ao ano por mais sete reuniões, com a intenção de reduzir a inflação que estava alta nos últimos anos. Mas os efeitos dos aumentos da Selic costumam levar de seis a nove meses para serem sentidos na prática e só começaram a se refletir na economia a partir do início de 2023.

    A partir de 2023, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, desacelerou. O país chegou a registrar deflação (inflação negativa). Contudo, cenários internos e também incertezas internacionais fizeram com que a inflação voltasse a subir.

    Os motivos do aumento da Selic em dezembro, segundo o Copom

    No comunicado feito após a decisão, o Copom relacionou alguns motivos para o aumento da taxa Selic em dezembro.

    Inflação

    A variação dos preços de produtos e serviços segue acima da meta para o ano no acumulado dos últimos 12 meses. E a projeção é que encerre o ano assim mesmo. Segundo o Boletim Focus, do Banco Central, a inflação deve fechar 2024 em 4,84%. Isso fez o Banco Central ser cauteloso.

    Ambiente externo “desafiador”

    Um dos destaques da nota do Copom que explica o aumento da taxa de juros é o cenário externo, principalmente as decisões do banco central norte-americano, o Fed, sobre os juros dos Estados Unidos.

    “O ambiente externo permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura econômica nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed”, disse o Banco Central, em nota.

    E esse cenário externo, afirmou o BC, exige cautela por parte de países emergentes, como o Brasil.

    Impacto da política fiscal nos preços

    O Copom ainda afirmou que segue atento à política fiscal (que é basicamente a gestão do controle de gastos e receitas do país). Para o Banco Central, a percepção do mercado sobre o cenário fiscal tem afetado, “de forma relevante”, os preços e as expectativas de inflação e câmbio.

    Na prática, toda vez que o mercado fica receoso de que as contas do país não fechem no azul – quando os gastos do Governo ficam acima da arrecadação –, a percepção de risco do país aumenta. Ou seja, aumenta a desconfiança de que o país consiga realmente pagar seus compromissos. E isso afeta o câmbio: quanto maior o risco, menos investimentos (dólares) entram no país.

    Mas o que isso tem a ver com a taxa básica de juros? A Selic é a mãe de todas as taxas, inclusive a de investimentos que atraem investidores estrangeiros. Quando o risco de um país aumenta, é preciso ter taxas de juros bem atrativas para fazer com que os investidores permaneçam no país.

    Como a Selic afeta o seu bolso?

    A taxa Selic é a taxa-mãe da economia. Ela é a taxa de juros referência do mercado. Quando ela sobe, os juros que você paga em diversos produtos de crédito tendem a aumentar também. E quando ela cai, esse crédito fica mais barato.

    Na prática, os juros que você paga em compras a prazo, em financiamentos e empréstimos ficam maiores.

    Além disso, como a Selic é a ferramenta que controla a inflação, quando ela aumenta, espera-se que os preços comecem a cair. Contudo, esse movimento não acontece de forma imediata. O efeito do aumento da Selic leva meses para chegar ao bolso dos consumidores.

    A taxa Selic pode subir mais?

    Pode e o Copom enfatizou que, “em se confirmando o cenário esperado”, deve fazer ajustes semelhantes nas duas próximas reuniões do Comitê, que serão realizadas em 2025. Ou seja, se os fatores que determinaram o aumento da Selic agora não amenizarem, o país terá uma taxa de juros de 14,25% ao ano em março de 2025, a maior taxa da história.

    “A magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, disse o Copom em Comunicado.

    Ou seja, se a inflação continuar em ritmo acelerado nas próximas semanas e se ainda existirem preocupações sobre a política fiscal e sobre a forma como os Estados Unidos vão lidar com suas questões econômicas internas, é possível que ocorram aumentos nas próximas reuniões. Mas muita coisa pode mudar no meio do caminho. Dependendo da situação econômica dos próximos meses, tanto interna como externas, o Banco Central pode mudar de ideia.

    Nesse nível, de 12,25% ao ano, a Selic é considerada uma taxa alta, mas ela já esteve ainda maior. Ouça, abaixo, como era a vida com a Selic acima de 14%.

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