Um dos dias mais sangrentos desde o cessar-fogo de outubro é marcado por ataques contra civis e profissionais da imprensa
Nesta quarta-feira (21 de janeiro de 2026), a Faixa de Gaza registrou um dos episódios mais violentos desde que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas foi firmado em outubro do ano anterior. Ataques realizados por forças israelenses atingiram diversas regiões do território, vitimando civis em atividades cotidianas e profissionais da comunicação que realizavam coberturas locais. O Exército de Israel justificou algumas ações alegando a identificação de ameaças por drones, enquanto autoridades de saúde e familiares relatam mortes de inocentes em busca de suprimentos básicos ou em acampamentos de deslocados.
Dados Numéricos Integrais:
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11 palestinos: Número mínimo de mortos nas ações desta quarta-feira (21).
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3 jornalistas: Profissionais da imprensa mortos enquanto filmavam perto de um campo de deslocados.
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2 meninos de 13 anos: Adolescentes mortos em incidentes distintos (Bureij e Bani Suheila).
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200 jornalistas e profissionais de mídia: Total de mortos no território desde o início da guerra em 2023, segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas.
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470 palestinos: Total de mortos em ações israelenses desde o início do cessar-fogo em 10 de outubro.
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77 mortes: Ocorridas especificamente próximas à linha de separação controlada por Israel desde o cessar-fogo.
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14 meses: Duração da guerra anterior entre Israel e o Hezbollah mencionada no contexto regional.
Escalada Regional:
Além das mortes em Gaza, a matéria destaca ataques aéreos no sul do Líbano contra locais supostamente utilizados pelo Hezbollah, resultando em feridos que também incluem jornalistas.
Fonte:
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Veículo: A Referência
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Autor/Redação: Por Redação (o texto cita informações da NPR e Agence France-Presse)
