Delegado da Polícia Federal, Everaldo Eguchi, disputou as eleições para deputado federal e não conquistou uma das 17 vagas. Disputou a Prefeitura de Belém, assustou, e quase leva a paca. Tornou-se um nome forte na política paraense e apontado por alguns para o Governo. Mas, depois disso, sua vida política sofreu um duro golpe. Foi afastado da função como desfecho de uma investigação que apurava vazamento de informações. Para piorar o contexto do Delegado, uma bolsa miserável com alguns papéis indesejados apareceu no seu caminho, opa, submergiu das profundezas em sua casa. O Delegado prometeu esclarecer os fatos de forma transparente e honesta, e não o fez até agora. E agora vem a tal da PF e afasta, de novo, o Delegado Bolsonarista, homem de bem, que desbravava o estado em busca de votos para se eleger Deputado Federal.
É, a via-crúcis do Delegado rumo ao calvário tem sido realmente marcada pela fúria dos soldados romanos, por pedradas, varapaus, chicotadas e gritos da multidão (vou livrar o Barrabás dessa história), mas o que resta saber mesmo é se, haverá salvação para o Eguchi?
