A Argentina vive nesta sexta-feira (27) mais um dia de paralisação convocada pela Frente Sindical Unida (FreSU), que deve afetar diversos serviços públicos no país. A mobilização ocorre no mesmo dia em que o Senado começa a analisar o texto da reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei.
O projeto, que representa a maior mudança na legislação trabalhista argentina desde os anos 1970, já foi aprovado na Câmara dos Deputados no último dia 19 por 135 votos a 115. Como o texto sofreu modificações em relação à versão aprovada anteriormente no Senado, precisou retornar à Casa para nova votação.
Entre as principais alterações propostas estão a mudança no cálculo da indenização por rescisão contratual e a permissão para o fracionamento do período de férias dos trabalhadores. No dia da aprovação na Câmara, uma paralisação já havia afetado mais de 90% das atividades em Buenos Aires.
