Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    What's Hot

    Em Brasília, Dirceu Ten Caten leva demandas da Unifesspa e Ufopa ao MEC

    23 de abril de 2026

    Presença que faz a diferença marca gestão de Rubens Teixeira em Moju

    23 de abril de 2026

    Compromisso e Transparência: Câmara aprova contas de 2023 de Artemes Oliveira com aval do TCM

    23 de abril de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    Facebook X (Twitter) Instagram
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Subscribe
    sexta-feira, abril 24
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • FOLHA DE ESPORTES
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Eleições 2026
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Artigo: Arte de Trump não funciona em política externa

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro2 de abril de 2018 NOTÍCIAS
    'Nunca vou reconhecer a derrota', diz Trump pressionando Mike Pence
    © Jim Bourg/Reuters
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Como forma de explicar alguns dos bizarros movimentos da política externa do presidente Donald Trump, muitas vezes nos dizem que ele “não é convencional” – e isso poderia ser um trunfo. É verdade que ele não segue o procedimento operacional padrão em quase nada, desde receber briefings diários de inteligência a preencher cargos no Departamento de Estado. No entanto, sua distância mais marcante em relação a presidentes anteriores é na retórica. Os presidentes americanos tendem a pesar cuidadosamente suas palavras, acreditando que devem preservar a credibilidade da principal liderança mundial.

     

    Como forma de explicar alguns dos bizarros movimentos da política externa do presidente Donald Trump, muitas vezes nos dizem que ele “não é convencional” – e isso poderia ser um trunfo. É verdade que ele não segue o procedimento operacional padrão em quase nada, desde receber briefings diários de inteligência a preencher cargos no Departamento de Estado. No entanto, sua distância mais marcante em relação a presidentes anteriores é na retórica. Os presidentes americanos tendem a pesar cuidadosamente suas palavras, acreditando que devem preservar a credibilidade da principal liderança mundial.

    + Trump planeja retirar tropas dos EUA da Síria

    + Lourival Sant’Anna: A política identitária

    E então há Donald Trump, para quem as palavras não têm peso. Durante a campanha, ele criticou a Arábia Saudita como um país que “quer mulheres como escravas e matar gays”, apenas para fazer sua primeira viagem presidencial ao exterior justamente ao reino e abraçar calorosamente seus governantes. Ele disse que a Otan estava obsoleta e depois simplesmente afirmou o contrário. A China era um manipulador de moeda que estava “estuprando” a América, até deixar de ser.

    + China desafia domínio americano na Ásia

    + Trump põe no comando da segurança nacional um linha-dura analista de TV

    A retórica frouxa e as ameaças vãs, muitas vezes, saíram pela culatra. Depois que Trump foi eleito, ele decidiu ameaçar a China, refletindo sobre reconhecer Taiwan como país. O governo chinês exigiu que ele comprovasse isso e congelou as relações com Washington. Trump teve de ligar para o presidente Xi Jinping e engolir suas palavras.

    Mas há situações em que essa “flexibilidade” pode funcionar. Na Coreia do Norte, Trump ameaçou fazer chover “fogo e fúria” no país, apenas para agora saudar uma reunião com seu líder. Os defensores de Trump dizem que esse tipo de manobra pode resultar em um acordo que escape de abordagens mais convencionais do problema.

    Todos nós devemos esperar que isso aconteça. Mas, até agora, vale a pena notar que a atmosfera circense da alternância entre ameaças e abraços de Trump obscureceu um ponto-chave: foi Trump quem fez a concessão, não Kim Jong-un. Há muito tempo, a posição americana é a de que só haveria negociações depois que a Coreia do Norte desse alguns passos concretos em direção à desnuclearização. Até recentemente, o próprio governo Trump insistiu que não recompensaria o fortalecimento nuclear com as negociações.

    Agora, há um bom argumento para ser flexível nessa questão processual. Devemos estar cientes, porém, de que, até o momento, Kim parece estar executando de forma brilhante uma estratégia inteligente. Ele embarcou em um fortalecimento acelerado, acumulando um arsenal nuclear genuíno, com mísseis que podem levar ogivas ao redor do mundo, criando tensões e até mesmo ameaçando suas relações com a China. Com o arsenal construído, ele agora está reparando as relações com Pequim, estendendo a mão à Coreia do Sul e se oferecendo para negociar com Washington.

     A capacitação de Trump aqui pode muito bem ser a sua disposição de abandonar totalmente uma posição passada e endossar uma nova. Os EUA terão de aceitar menos que sua meta há muito declarada – a desnuclearização completa – e talvez Trump seja capaz de encontrar uma maneira de vender isso.

    Concessões

    Há, no entanto, um tipo diferente de conversa difícil que é mais preocupante. O governo pressiona com força em uma questão – o comércio com a Coreia do Sul, por exemplo – e depois anuncia um acordo, alegando ter conquistado significativas concessões. Na verdade, na maioria das vezes, essas foram concessões simbólicas feitas pelos aliados para permitir que o governo mantivesse as aparências.

    A Coreia do Sul, por exemplo, concordou em aumentar o número de carros que cada fabricante de automóveis americano pode vender no país de 25 mil para 50 mil. É uma concessão fácil de fazer. Nenhuma empresa americana vendeu nem sequer 11 mil carros lá no ano passado.

    Os EUA continuam sendo uma superpotência. Seus aliados buscam maneiras de acomodar o país. O governo Trump pode continuar fazendo exigências extravagantes e obterá algumas concessões, porque ninguém quer uma ruptura aberta com os EUA. Se Trump disser que os europeus precisam fazer algumas mudanças no acordo com o Irã, eles tentarão encontrar uma maneira de fazê-lo, pois não querem que o acordo fracasse e o Ocidente caia em desordem.

     Este não é um sinal de poder, mas sim o abuso dele. Quando o governo de George W. Bush forçou uma série de países a apoiar a guerra no Iraque, isso não sinalizou a força americana – na verdade, enfraqueceu essa força. Este é um estilo que vai além da presidência. Nos últimos anos, os EUA se acostumaram a todo tipo de tratamento especial.

    Por exemplo, o Estado de Nova York usou o poder do dólar como moeda de reserva do mundo para forçar os bancos estrangeiros a pagar multas e fechar acordos. Funciona, mas cria um enorme ressentimento e leva países como a China a procurar maneiras de trabalhar fora do sistema, pois acreditam que o existente concede muita liberdade aos EUA.

    O país constituiu sua credibilidade e capital político no último século. O governo Trump está atacando esse fundo fiduciário para obter vantagens políticas de curto prazo, de uma forma que o exaurirá permanentemente. / Tradução de Claudia Bozzo

    Curta nossa Página no Facebook!

    Fonte: Estadão

     

     

    americanos arabia saudita CHINA política externa trump
    Taciano Cassimiro, é jornalista, comentarista e CEO da TN Brasil TV / Foto: AP
    Taciano Cassimiro
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Jornalista MTB 3190/PA, Bacharel em Teologia, Pós-Graduações: História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais | Pós-Graduando em Comunicação em Crises Internacionais e MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda | Membro do SINJOR (Sindicato dos Jornalistas do Pará) e da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas). Alagoano, de Maceió. Torcedor do CSA, Vasco da Gama e Paysandu.

    Keep Reading

    Trump unilateralmente prorroga cessar-fogo com o Irã para priorizar via diplomática

    Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro

    Irã ameaça novo fechamento do Estreito de Ormuz após negativa de Trump

    Manoel ‘caneta azul’ diz não saber propostas como pré-candidato: “minha equipe vai passar pra mim direitinho”

    Vídeo: Alunos do CESUPA são flagrados dando choque em pessoa em situação de rua em Belém

    Pontífice vs. Casa Branca: Papa afirma não ter medo de Trump após ataques

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Lauro Hoffmann e Jader Filho: garantem infraestrutura e reforçam liderança em Tailândia

    18 de abril de 2026

    Romeu Zema ataca Bolsa Família e ignora privilégios da Elite: A Balança Desregulada

    17 de abril de 2026

    Xadrez Político: De volta de Brasília, Chicão avisa que União Brasil terá “fôlego e peso” para 2026

    16 de abril de 2026

    A Força do Diálogo: Lauro Hoffmann (MDB) une lideranças por Tailândia

    14 de abril de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Em Brasília, Dirceu Ten Caten leva demandas da Unifesspa e Ufopa ao MEC

    ALEPA EM FOCO 23 de abril de 2026

    Em Brasília, os deputados Dirceu Ten Caten e Airton Faleiro trataram com o MEC sobre cursos de medicina e hospitais na Unifesspa e Ufopa, reforçando o mandato de proximidade de Dirceu.

    Lu Ogawa fortalece base e mira novos desafios na Câmara Federal

    ALEPA EM FOCO 22 de abril de 2026

    Com atuação na Alepa em turismo, autismo e esporte, o deputado Lu Ogawa projeta voos à Câmara Federal. O parlamentar reafirma apoio a Hana Ghassan, Helder Barbalho e Chicão pelo futuro do Pará.

    Em 2004, Ronie Silva era eleito o vereador mais votado do pleito em Benevides, no Pará

    ALEPA EM FOCO 21 de abril de 2026

    Ex-vereador mais votado de Benevides (2004). Ex-prefeito por dois mandatos (2013-2021). Deputado estadual eleito em 2022. Presidente da Comissão de Mineração e Energia da Alepa.

    Em outubro de 2004, Maria do Carmo era eleita a primeira mulher prefeita de Santarém-PA

    ALEPA EM FOCO 21 de abril de 2026

    Primeira mulher prefeita de Santarém (2005-2012). Deputada estadual desde 1999, reeleita em 2022. Vice-líder do governo na Alepa e presidente da Comissão de Meio Ambiente.

    Advertisement
    Demo

    Your source for the serious news. This demo is crafted specifically to exhibit the use of the theme as a news site. Visit our main page for more demos.

    We're social. Connect with us:

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest YouTube

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes:

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.