Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Direitos das Mulheres e as Relações de Poder na História: reflexões a partir de Joan Scott

    13 de maio de 2026

    Em áudio, Flávio Bolsonaro cobra R$ 134 milhões de Daniel Vorcaro

    13 de maio de 2026

    Gestão Lauro Hoffmann: celebrações em Tailândia destacam compromisso com lazer, cultura e integração

    13 de maio de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quinta-feira, maio 14
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • FOLHA DE ESPORTES
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Eleições 2026
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Briga Doria-Bolsonaro deixa obras sob impasse

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV12 de outubro de 2019 POLÍTICA
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    De sete projetos que dependem da parceria entre São Paulo e governo federal, em cinco deles Brasília pediu mais estudos ou mudou os planos, como no Porto de Santos

    O descompasso político entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador João Doria (PSDB) cria impasses em obras e projetos dados como certos pelo governo de São Paulo, mas que exigem aval do governo federal para serem viabilizados. De sete projetos que dependem da parceria entre o Planalto e o Palácio dos Bandeirantes, em cinco Brasília decidiu por mais estudos antes de autorizar as ações ou já determinou rumos diferentes daqueles que Doria defendia.

    Quadro similar ocorre no Rio de Janeiro, onde o PSL, partido do presidente, ocupa cargos no governo Wilson Witzel (PSC) mesmo após determinação contrária do presidente da legenda no Estado, senador Flávio Bolsonaro. Aliados de Witzel acusam Bolsonaro de se omitir em questões fundamentais para o Estado com a intenção de não fortalecer um eventual futuro adversário, que poderá se beneficiar se fizer boa administração.

    Em São Paulo, um dos impasses é a construção da ponte para ligar Santos e Guarujá, no litoral, antiga promessa de governos tucanos. A gestão Doria diz que fez acordo para viabilizar o empreendimento, avaliado em R$ 2,9 bilhões, por meio de um contrato aditivo com a Ecovias, concessionária que administra as Rodovias Anchieta e Imigrantes. A empresa custearia a obra e, em troca, cobraria pedágio de quem cruzar a ponte. Mas a gestão do porto, que é federal, sinaliza oposição ao plano.

    Ao Estado, informou que a ponte “apresenta potenciais impactos na operação portuária, como redução de velocidade dos navios e até mesmo a restrição à navegação” e que a ponte poderia comprometer o projeto de expansão da zona portuária que está em discussão.

    Além da ponte, Doria depende de Bolsonaro para fechar o Campo de Marte, na zona norte; transferir a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) da zona oeste para outro lugar; construir um trem ligando os terminais do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos; entregar a linha de trem entre a capital e Campinas e, por fim, entregar a gestores privados a Hidrovia Tietê-Paraná e 22 aeroportos. De todos esses projetos, os únicos que não têm entraves, por ora, são o trem regional e a concessão de aeroportos.

    Relações

    Oficialmente, governos de Rio e São Paulo negam haver conflito com o governo federal. A gestão Bolsonaro foi questionada sobre o tema, mas não se manifestou. “Os projetos de parceria estão caminhando conforme o governo do Estado gostaria”, disse o secretário de Governo, Rodrigo Garcia, vice-governador.

    Há duas semanas, a liberação do Estado para tomar empréstimos de até R$ 4 bilhões, para obras do Metrô e da Sabesp (que não dependem de aval federal), feita pelo Senado, foi recebida como indicativo de que o distanciamento entre os governos não chegará aos investimentos. “O que há são questões técnicas que precisam ser superadas. Isso, às vezes, demanda tempo, mas estamos caminhando”, disse o chefe do escritório de representação paulista em Brasília, Antonio Imbassahy.

    Por outro lado, os aliados de Doria avaliam que, se os entraves persistirem, o governador terá de se manifestar. Desde junho, os atritos entre Doria e Bolsonaro recrudesceram de forma mais contundente. O presidente chegou a dizer que o governador era uma “ejaculação precoce” política. Doria sugeriu ao presidente “trabalhar mais e tuitar menos”. Na última sexta-feira, quando se encontraram, o tucano baixou o tom e chamou o presidente de “amigo dos brasileiros em São Paulo”. Bolsonaro optou por citar Doria protocolarmente – no evento, formatura de sargentos da Polícia Militar, o presidente foi ovacionado e o governador, vaiado.

    O cientista político Humberto Dantas, pesquisador da FGV-SP, ressalta que os interesses em projetos grandes não são apenas políticos, mas econômicos. “Há grupos de empresários com visões diferentes. Esse conflito econômico também pesa”, diz. Ele ressalta ainda que, na disputa política, nem Doria nem Bolsonaro “prezam pela diplomacia”.

    A postura que Doria vinha tendo com o presidente não se refletiu na relação dele com os representantes do PSL paulista na Assembleia Legislativa, que não é inteiramente identificada com o bolsonarismo. Doria sancionou, em agosto, projeto da deputada Janaína Pascoal que autoriza a opção de partos por cesárea na saúde pública, que sofreu críticas de médicos obstetras.

    Por sua vez, a bancada do partido, que tem 15 deputados, vota livre.

    Em um dos projetos prioritários de Doria, a extinção da empresa Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), foram 11 votos com o governo. Mas, na aprovação do programa InvestAuto, que prevê isenção de impostos para montadoras, foram 7 votos contra, 6 a favor e um voto em obstrução.

    Oposição

    No Rio, apesar de manter os cargos no governo, o PSL indica que, na Assembleia Legislativa, votará com a oposição. Aliados de Witzel alegam que iniciativas relacionadas aos portos de Macaé e do Açu, ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e à distribuição de royalties do petróleo, temas caros ao Rio, estariam sendo ignoradas por Bolsonaro.

    Na última sexta, após o evento com Doria, o presidente esteve no Rio, com Witzel, e teve postura mais agressiva. Citou “ética”, “moral” e ausência de “covardia” ao listar características que, para ele, devem estar embutidas no projeto presidencial de quem pretende suceder-lhe.

    Fonte: Estadão

    presidente Jair Bolsonaro psc Wilson Witzel
    TN Brasil TV
    TN BRASIL TV
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    TN BRASIL TV desde 2015 é uma empresa de notícias, publicidade e produção. Se destaca pela cobertura de temas políticos nacional e internacional, com seriedade, sem se conduzir por paixões ou ideologias. Promove Reflexões HISTÓRICAS, Entrevistas, Revista Digital e Debates, no Facebook e Instagram. O site é uma referência em sua área de atuação.

    Continue lendo

    Em áudio, Flávio Bolsonaro cobra R$ 134 milhões de Daniel Vorcaro

    Gestão Lauro Hoffmann: celebrações em Tailândia destacam compromisso com lazer, cultura e integração

    Lula sanciona lei que endurece regime para homicídio de policiais

    “Um grande sonho”: Inês Brasil se filia ao PSB e anuncia pré-candidatura a deputada estadual

    Lula lança programa de R$ 11 bilhões contra o crime organizado

    Gestão de Artemes impulsiona nome no cenário paraense

    COLUNA DO CASSIMIRO

    PT e MDB no Pará: A força de Dirceu Ten Caten na chapa de 2026

    11 de maio de 2026

    Jacundá sob liderança de Itonir Tavares: Gestão aprovada e influência para 2026

    6 de maio de 2026

    Eleições 2026: Peso político de Eliel Faustino no tabuleiro paraense

    6 de maio de 2026

    O Alvorecer Democrático no Pará: Jader Barbalho e a Arquitetura de um Novo Poder (1983-1987)

    2 de maio de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Trajetória de Márcio Miranda na Alepa: quatro mandatos e três presidências

    ALEPA EM FOCO 13 de maio de 2026

    Márcio Miranda foi o deputado mais votado em 2014, com 82.738 votos. Com quatro mandatos na Alepa, consolidou sua liderança ao presidir a Assembleia Legislativa por três vezes consecutivas.

    Em 2018, Victor Dias era eleito deputado estadual no Pará

    ALEPA EM FOCO 13 de maio de 2026

    Victor Dias fortaleceu sua trajetória política no Pará, ampliou sua votação em 2022 e se prepara para disputar novo mandato em 2026.

    Dos 68 mil aos 100 mil votos: a evolução das maiores votações para a ALEPA

    ALEPA EM FOCO 13 de maio de 2026

    As votações para a Alepa cresceram nas últimas décadas. Helder Barbalho liderou em 2002 com 68 mil votos, enquanto Dr. Daniel (2018) e Chamonzinho (2022) ultrapassaram a marca de 100 mil.

    Projeto quer incluir CID no RGS de pacientes com câncer no Pará

    ALEPA EM FOCO 13 de maio de 2026

    O deputado Erick Monteiro (MDB) propôs incluir o CID no Registro Geral de Saúde de pacientes com câncer no Pará. A medida visa desburocratizar o acesso a benefícios e direitos assistenciais.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.