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    ENTENDA: Contas públicas têm déficit de R$ 20 bilhões no 1º semestre

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV29 de julho de 2023 ECONOMIA
    ENTENDA: Contas públicas têm déficit de R$ 20 bilhões no 1º semestre
    Imagem: Reprodução/Flickr
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    As contas do setor público consolidado registraram um déficit primário de R$ 20,4 bilhões no primeiro semestre deste ano, o equivalente a 0,39% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central na sexta-feira (28).

    Nos seis primeiros meses de 2022, as contas públicas haviam registrado um superávit de R$ 129,9 bilhões, ou 2,7% do PIB. A piora, neste ano, portanto, foi de R$ 150 bilhões.

    O saldo negativo do primeiro semestre deste ano representa o pior resultado para esse período desde 2020, quando, no início da pandemia da Covid-19, o governo elevou gastos com benefícios para a população. De janeiro a junho daquele ano, o rombo nas contas públicas somou R$ 402,7 bilhões (11,3% do PIB).

    O déficit primário acontece quando as despesas com impostos ficam acima das receitas, desconsiderando os juros da dívida pública. Quando acontece o contrário, há superávit. O resultado engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

    Veja abaixo o desempenho que levou ao saldo negativo das contas públicas no primeiro semestre:

    • governo federal registrou déficit de R$ 42,3 bilhões;
    • estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 25,3 bilhões;
    • empresas estatais apresentaram déficit de R$ 3,3 bilhões.

    PEC da transição

    O aumento do rombo nas contas públicas no primeiro semestre deste ano está relacionado, principalmente, com a alta das despesas autorizada por meio da PEC da transição, aprovada no fim do ano passado pelo governo eleito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Com a mudança, o governo obteve autorização para gastar R$ 168,9 bilhões a mais neste ano.

    Parte do valor foi usado para tornar permanente o benefício de R$ 600 do Bolsa Família. Também foram recompostos gastos em saúde, educação e bolsas de estudo, entre outras políticas públicas.

    Para tentar evitar uma piora maior das contas públicas, a equipe econômica tem atuado, principalmente, no aumento de arrecadação. Com esse objetivo, foram adotadas essas medidas:

    • Foi elevada a tributação sobre combustíveis;
    • Obteve vitória no STJ em processo sobre incentivos dados pelos estados a empresas;
    • Contou com a aprovação do Congresso em regras sobre tributação do comércio exterior;
    • Atualizou de valores mantidos por brasileiros lá fora.

    No mês retrasado, o governo anunciou também o novo arcabouço fiscal, ou seja, proposta de regras para as contas públicas em substituição ao teto de gastos. A proposta já passou na Câmara e no Senado Federal, mas aguarda nova análise dos deputados para ter validade. O objetivo é voltar a ter contas no azul a partir de 2024.

    Dívida pública

    O reequilíbrio das contas públicas é considerado importante pelo mercado financeiro para evitar uma disparada da dívida brasileira – indicador que é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco.

    Em junho, a dívida registrou estabilidade, permanecendo em 73,6% do PIB, o equivalente a R$ 7,59 trilhões. Na comparação com o final do ano passado, quando a dívida estava em R$ 7,22 trilhões, ou 72,9% do PIB, porém, houve uma alta de 0,7 ponto percentual.

    A relação entre dívida e PIB é um indicador relevante para o mercado financeiro, interpretado como um sinal da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros de curto, médio e longo prazo. Quanto maior a dívida em relação ao PIB, maior o risco de um calote em momentos de crise.

    Mesmo com a proposta do arcabouço fiscal, os analistas do mercado financeiro estimaram, no mês passado, que a dívida pública brasileira deve atingir 91,8% do PIB em 2032.

    Acima de 90% do PIB, a dívida brasileira poderá superar o patamar da União Europeia, das nações emergentes e estar bem acima do estimado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a América Latina. As previsões, entretanto, vão somente até 2027.

    Texto: G1

    bilhoes déficit primário primeiro semestre
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