O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol pediu desculpas públicas nesta sexta-feira (20) pelas “dificuldades” causadas à população após ser condenado à prisão perpétua por liderar uma insurreição.
No dia anterior, o Tribunal Central do Distrito de Seul o considerou culpado pela tentativa de impor a lei marcial em dezembro de 2024, com o objetivo de “paralisar” o Parlamento.
Em comunicado divulgado por seu advogado, Yoon afirmou que a medida foi tomada “unicamente para o bem da nação”, mas reconheceu que gerou “frustração” entre os sul-coreanos. Embora tenha classificado o veredicto como “difícil de aceitar”, não informou se pretende recorrer da decisão.
A condenação está relacionada ao envio de tropas ao edifício da Assembleia Nacional para conter opositores políticos. A declaração da lei marcial na época provocou protestos, instabilidade no mercado e surpreendeu aliados internacionais como os Estados Unidos. Yoon, de 65 anos, poderá solicitar liberdade condicional após cumprir, no mínimo, 20 anos de pena.
Com informações do Metrópoles
