O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, repudiou nesta terça-feira (14) o relatório final da CPI do Crime Organizado que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, manifestando solidariedade aos colegas.
Em nota, Fachin afirmou que os ministros foram “indevidamente mencionados” e destacou que as CPIs devem atuar dentro dos limites constitucionais. Segundo ele, desvios de finalidade enfraquecem os pilares democráticos e ameaçam direitos fundamentais.
O magistrado também reforçou que o STF seguirá firme na missão de guardar a Constituição e proteger as liberdades democráticas diante de episódios como esse.
Apesar da repercussão, o relatório final da CPI foi rejeitado por 6 votos a 4, após articulação política no Senado. A comissão, instalada em 2025, investigava a atuação de organizações criminosas no país e buscava propor medidas de combate ao crime organizado.
Com informações da Jovem Pan.
