MAIS UM CHILIQUE, UM FANIQUITO OU FRICOTE DO BOLSONARO
Como um líder de nação pode ser tão tosco, ignorante, autoritário e antidemocrático, não respeitando a vontade soberana dos eleitores.
Nas eleições Bolsonaro falou em unir o povo, mas sempre fez o oposto disso promovendo seus ataques e incentivando seus correligionários a fazerem o mesmo com quem pensa diferente.
Então quer dizer que alguém só é inteligente se votar no meu candidato? Naquele que eu julgo ser o melhor? Se for diferente disso come capim?
Bolsonaro adota a postura da eliminação do outro, uma espécie de Big Brother, porém com requintes maiores de crueldade, onde FAKE NEWS e ataques a uns tais de comunistas e socialistas é a regra, é a exploração da ignorância em seu nível mais elevado.
O presidente ainda não percebeu o recado das urnas, e se percebeu age com ressentimento e ódio, o que de certa forma lhe é comum.
Não percebeu que os candidatos que receberam seu apoio se queimaram e teve aqueles que nem quiseram aproximação, não percebeu que Trump do qual ele é subordinado e subserviente mesmo tomando constantes bolas nas costas do americano, PERDEU.
Bolsonaro insiste no discurso raivoso, deselegante e violento, mas o que espanta é ver os homens e mulheres de bem e os religiosos apoiarem a conduta do presidente que destoa completamente do discurso de união, respeito, amor e bons costumes, que diverge do sermão e práxis cristã.
E tudo isso em nome de um ideologismo cego, manco e obscurantista que encontra sua razão de ser no coração daqueles que sem perceberem SÃO TUDO, se transformaram em TUDO, menos em guardiões dos tais bons costumes.
Taciano Cassimiro
Taciano Cassimiro é jornalista profissional (MTE 3190/PA), bacharel em Teologia e licenciado em História. Possui pós-graduações em História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais e Comunicação em Crises Internacionais, além de um MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda. Atualmente, especializa-se em Relações Públicas e Assessoria de Imprensa. Filiado ao Sindicato dos Jornalistas do Pará (SINJOR) e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é natural de Maceió (AL) e adotou o Pará como lar. Fora do jornalismo e da análise política, divide sua paixão pelo futebol entre o CSA, o Vasco da Gama e o Paysandu.

