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    O Voto Feminino e a Violência Política de Gênero: Um Caminho de Resistência

    Dra. Carla CrispinDra. Carla Crispin24 de fevereiro de 2025 Carla Crispin
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    No dia 24 de fevereiro de 1932, as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto, um marco na luta por igualdade. Mas, quase um século depois, o cenário ainda impõe desafios. A violência política de gênero e a desigualdade no mercado de trabalho são reflexos de um país que, apesar dos avanços, ainda carrega o peso do machismo estrutural.

    Voto feminino em imagem de arquivo — Foto: TV Globo/ Rerodução
    Voto feminino em imagem de arquivo / Foto: TV Globo/ Rerodução

    A política continua sendo um ambiente hostil para mulheres. Quem ousa ocupar espaços de poder enfrenta ataques que vão além do debate de ideias. O objetivo não é apenas discordar, mas desqualificar, intimidar, silenciar. Essa violência se manifesta de diversas formas: difamação, ameaças, assédio e até agressões. Mulheres que se posicionam firmemente são chamadas de “histéricas”, enquanto homens assertivos são vistos como líderes natos.

    No mercado de trabalho, a lógica não é diferente. Mulheres são interrompidas em reuniões, têm seus salários reduzidos em comparação aos homens na mesma função e são frequentemente julgadas por sua aparência ou comportamento. Se demonstram firmeza, são taxadas de “difíceis”. Se são cuidadosas, são “fracas”. O machismo impõe obstáculos e, muitas vezes, tenta se beneficiar da própria estrutura de desigualdade.

    A Baixa Representatividade Feminina

    A sub-representação feminina na política brasileira é um reflexo dessa estrutura desigual. Apesar de representarem mais de 50% da população e do eleitorado, as mulheres ocupam apenas 18% das cadeiras na Câmara dos Deputados e 18,8% no Senado Federal.

    No Congresso Nacional, das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, 91 são ocupadas por mulheres, o que representa aproximadamente 17,7% do total. Já no Senado Federal, das 81 cadeiras, 12 são ocupadas por mulheres, o que equivale à cerca de 14,8%. A presença feminina no parlamento é uma realidade que ainda precisa avançar, pois a representação feminina no Congresso Nacional é de aproximadamente 16,5%.

    Nos parlamentos estaduais, a situação também é preocupante. No Parlamento do Estado do Pará, das 41 cadeiras, apenas 7 são ocupadas por mulheres. Isso equivale à cerca de 17% da composição da Assembleia Legislativa, um número extremamente baixo diante da importância da presença feminina na formulação de políticas públicas.

    A Luta Continua

    A história nos mostra que nenhuma conquista veio sem resistência. E que ainda precisamos provar, dia após dia, que merecemos respeito, com a mesma força das pioneiras que abriram o caminho. Porque o direito ao voto não foi um favor, foi uma conquista. Assim como será a nossa liberdade de existir e ocupar todos os espaços que quisermos.

    A violência política de gênero não pode ser normalizada. Precisamos de mais mulheres na política, mais mulheres em espaços de poder, mais mulheres legislando sobre questões que impactam diretamente suas vidas e de toda a sociedade. A luta pela representatividade não é apenas das mulheres, mas de todos que acreditam na democracia e na justiça social.

    gênero POLÍTICA resistência Voto feminino
    Dra. Carla Crispin
    Dra. Carla Crispin
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    Advogada, ex-Vereadora, ex-Gestora de Juventude do Governo do Pará, Carla também atuou como Presidente Regional do Fórum Nacional de Gestores de Juventude e Vice Presidente do Conselho Estadual de Juventudes Paraense.

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