Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    PL da Dosimetria: Moraes nega redução de pena para Débora do Batom

    5 de maio de 2026

    Clube do Remo e Paysandu venceram seus jogos

    4 de maio de 2026

    Marcus Moura 7 anos de advocacia com trajetória marcada por superação, estudo e visão estratégica

    4 de maio de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quarta-feira, maio 6
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • FOLHA DE ESPORTES
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Eleições 2026
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    7 vezes que Joaquim Barbosa votou contra a esquerda em questões econômicas no STF

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV25 de abril de 2018 POLÍTICA
    7 vezes que Joaquim Barbosa votou contra a esquerda em questões econômicas no STF
    tem origem pobre, já votou em Lula e Dilma Rousseff para presidente e acaba de se filiar a um partido historicamente identificado com a esquerda, o PSB, / Imagem: Reprodução/TV Globo
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    Em temas como privatizações, corporativismo e reforma da Previdência, o ex-ministro do STF votou contra o que costuma entender a esquerda, aponta o consultor legislativo Pedro Nery

    Joaquim Barbosa tem origem pobre, já votou em Lula e Dilma Rousseff para presidente e acaba de se filiar a um partido historicamente identificado com a esquerda, o PSB, pelo qual cogita disputar a Presidência da República. Mas votou contra o entendimento tradicional da esquerda em importantes discussões de temas econômicos durante os 11 anos em que foi ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), entre 2003 e 2014.

    A constatação é do economista Pedro Nery, consultor legislativo do Senado. “No conjunto, o que se observou de Joaquim Barbosa no STF em temas polêmicos e divisivos importantes para a economia é uma visão mais liberal do que a do partido a que hoje está filiado”, escreveu Nery em artigo publicado na última quinta-feira (19) no jornal Valor Econômico.

    “Em temas que não saíram da ordem do dia, como as privatizações, o salário mínimo, a organização do Banco Central, o corporativismo e a reforma da Previdência, Joaquim Barbosa votou – e fundamentou decisões – em direção contrária ao que costuma entender a esquerda brasileira”, constatou o economista.

    Os casos citados por Nery jogam alguma luz sobre o pensamento econômico de Barbosa, que, avesso a entrevistas, fala pouco sobre esse e outros assuntos. Confira alguns exemplos e os respectivos governos em que estavam inseridos:

    1) Quebra do monopólio estatal do petróleo (FHC)

    Joaquim Barbosa tornou-se ministro do STF em 2003, por indicação do então presidente Lula. Mas teve a oportunidade de analisar leis criadas durante o governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Uma delas foi a quebra do monopólio estatal do petróleo, contestada por duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs). Em seu voto, Barbosa divergiu do relator, Ayres Britto, afirmando que a propriedade do petróleo pela União não deveria ser confundida com monopólio de exploração. “Ele ressaltou que concessões à iniciativa privada se justificam se o Estado não tem recursos para prestar todos os serviços públicos ou se lançar em atividades de alto risco”, apontou Nery em seu artigo.

    2) Lei complementar dos pisos salariais (FHC)

    Barbosa votou a favor dessa lei, que segundo Nery diminui a pressão por aumentos do salário mínimo nacional. E, consequentemente, alivia as contas públicas, em especial as da Previdência, que são impactadas por aumentos do mínimo.

    3) Previdência dos servidores (Lula)

    Logo em seu primeiro ano de governo, Lula reformou a previdência dos servidores públicos. Entre outras coisas, a reforma instituiu a cobrança de contribuição previdenciária dos servidores aposentados. O Ministério Público Federal (MPF) e a relatora do caso no Supremo, ministra Ellen Gracie, diziam que a contribuição era inconstitucional. Foi Barbosa quem abriu a divergência, favorável à reforma, que acabou vencendo por 7 votos a 4. O ministro argumentou que a “tese da exacerbação do direito adquirido protegido por cláusulas pétreas”, apontada pelos autores da ADI, era “absolutamente desarrazoada e antijurídica” naquele caso.

    Na avaliação dele, não faz sentido “que alguém possa adquirir o direito de não pagar tributos”. Disse ainda que, se nada fosse feito na Previdência dos servidores, o bem-estar das futuras gerações de servidores estaria comprometido. Joaquim Barbosa reiterou sua posição pró-reforma – principalmente na aposentadoria dos servidores – em ocasiões recentes, mas destacando que a mudança na lei não deveria ser conduzida por um governo que, em sua avaliação, não foi respaldado pelo voto popular.

    4) Status de ministro para o presidente do Banco Central (Lula)

    Joaquim Barbosa foi favorável à concessão do status de ministro para o presidente do Banco Central – concedido por Lula em 2004, quando Henrique Meirelles comandava o BC. “O Banco Central não é tecnicamente subordinado ao Ministério da Fazenda”, afirmou Barbosa na ocasião. O governo justificou o novo status afirmando que o BC havia assumido “importância estratégica”, mas a mudança ocorreu depois de Meirelles ter sido alvo de denúncias de sonegação de patrimônio – e o status de ministro acabou lhe garantindo o foro privilegiado.

    5) Ações movidas por associações de juízes (Lula)

    Em algumas ações movidas por associações de juízes, que questionavam normas internas de tribunais, Barbosa foi voto vencido. Numa delas, o Supremo decidiu – contra a vontade do ministro – que tribunais não poderiam proibir juízes de dar aula no horário de expediente.

    6) Política de valorização do salário mínimo (Dilma)

    Joaquim Barbosa votou a favor da política de valorização do salário mínimo instituída pela então presidente Dilma Rousseff, que no Supremo foi contestada por prever o reajuste dos quatro anos seguintes de uma só vez, e não anualmente. “A medida dá maior previsibilidade aos empregadores e às próprias contas públicas, pela vinculação dos gastos da Seguridade”, escreveu Nery em seu artigo.

    7) Contribuição dos servidores nos estados

    Nery observa que, em seus últimos anos no Supremo, Joaquim Barbosa votou a favor do aumento da contribuição previdenciária de servidores estaduais. Ele suspendeu liminares dos Tribunais de Justiça de Goiás e do Rio Grande do Sul que, por sua vez, suspendiam tais aumentos. “Note que foi este tema que tratou a Medida Provisória 805, que caiu em abril após ter sido suspensa pelo ministro Ricardo Lewandowski. Ela aumentava a contribuição dos servidores da União e, reflexamente, dos estados e municípios”, anotou o consultor do Senado.

    Texto: Redação Gazeta do Povo

    dilma joaquim barbosa Lula Presidência psb
    TN Brasil TV
    TN BRASIL TV
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    TN BRASIL TV desde 2015 é uma empresa de notícias, publicidade e produção. Se destaca pela cobertura de temas políticos nacional e internacional, com seriedade, sem se conduzir por paixões ou ideologias. Promove Reflexões HISTÓRICAS, Entrevistas, Revista Digital e Debates, no Facebook e Instagram. O site é uma referência em sua área de atuação.

    Continue lendo

    PL da Dosimetria: Moraes nega redução de pena para Débora do Batom

    Alckmin lamenta rejeição de Jorge Messias ao STF e alerta para impacto na Corte

    Lula viaja aos EUA para encontro com Trump

    Magno Malta nega agressão a técnica de enfermagem em hospital de Brasília

    “Criando uma geração de imprestáveis”, diz Zema sobre auxílios sociais

    TSE decide pela cassação de Silvia Waiãpi, a ‘indígena do Bolsonaro’

    COLUNA DO CASSIMIRO

    O Alvorecer Democrático no Pará: Jader Barbalho e a Arquitetura de um Novo Poder (1983-1987)

    2 de maio de 2026

    Dica: “O Processo” de Franz Kafka

    29 de abril de 2026

    A consagração de um líder: Lauro Hoffmann atinge 91,89% de aprovação em Tailândia

    28 de abril de 2026

    Lauro Hoffmann e Jader Filho: garantem infraestrutura e reforçam liderança em Tailândia

    18 de abril de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Sessão dessa terça (5) da Alepa deve abordar gestão pública, cultura e direitos sociais

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    A Alepa vota nesta terça (5) seis projetos sobre gestão pública, meio ambiente e inclusão. A pauta inclui direitos de pessoas com deficiência, educação ambiental e temas tributários e culturais.

    Agora é Lei! Adriano Coelho assegura novo direito para pessoas com autismo no Pará

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    A Lei 11.442/2026, de Adriano Coelho, garante a pessoas com autismo no Pará o direito de portar alimentos e itens próprios em qualquer local, visando inclusão e apoio à seletividade alimentar.

    Das 7 deputadas da Alepa, quem chega forte para disputar a reeleição?

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    Alepa tem 41 deputados, sendo 7 mulheres. Mais de 6 milhões de paraenses vão às urnas em 2026 para eleger presidente, governador, senadores e deputados estaduais e federais.

    Alepa em Foco: deputados estaduais mais votados no Pará nas últimas eleições

    ALEPA EM FOCO 2 de maio de 2026

    As eleições da Alepa mostram mudanças: Cilene Couto liderou em 2014, Dr. Daniel em 2018 com recorde de votos, e Chamonzinho em 2022. Agora, os líderes testam sua força em busca de novos mandatos.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.