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    Alexandre Kerensky, uma figura trágica na história russa

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro3 de março de 2025 PORTAL DA HISTÓRIA
    Alexandre Kerensky, uma figura trágica na história russa
    Aleksandr Kerenski (1881-1970), chefe do governo provisório que foi derrubado pelos bolcheviques em outubro de 1917, divide opiniões até hoje. Era odiado tanto pela esquerda como pela direita, e os monarquistas o culpavam pela morte trágica da família real, alegando que teria liderado uma conspiração maçônica para derrubar o tsar Nikolai 2º. A teoria, embora pouco explorada, ainda recebe apoio de diversos historiadores contemporâneos. / Foto: Mary Evans/Global Look Press
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    Alexandre Kerensky (1881–1970) foi uma figura central na política russa durante a Revolução de 1917. Ele desempenhou um papel importante no período entre a queda do czar Nicolau II e a ascensão dos bolcheviques ao poder.

    1. Início da Carreira Política

    • Kerensky nasceu em Simbirsk, na Rússia, e formou-se em direito. Inicialmente, ele se destacou como advogado e defensor das causas sociais, especialmente em casos envolvendo trabalhadores e revolucionários.
    • Em 1912, foi eleito para a  Duma  (o parlamento russo) como membro do Partido Socialista Revolucionário (SR), representando a ala moderada.

    2. Revolução de Fevereiro de 1917

    “A tarefa histórica do povo russo agora é a destruição imediata do regime medieval… Há apenas uma maneira de lutar contra aqueles que violam a lei, e essa é a sua destruição física”, declarou Aleksandr Kerenski, então deputado da Duma (câmara baixa do Parlamento Russo), menos de duas semanas antes da Revolução de Fevereiro de 1917.

    • Durante a Revolução de Fevereiro, que derrubou o czar Nicolau II, Kerensky emergiu como uma figura proeminente. Ele foi um dos líderes do  Governo Provisório, que assumiu o poder após a abdicação do czar.
    • Kerensky ocupou cargos importantes no Governo Provisório, incluindo o  Ministro da Justiça e, posteriormente, Ministro da Guerra. Em julho de 1917, ele se tornou  Primeiro-Ministro.

    3. Políticas e Desafios

    • Kerensky tentou manter a Rússia na Primeira Guerra Mundial, o que era extremamente impopular entre a população e os soldados, que estavam exaustos com o conflito.
    • Ele também desafiou desafios internos, como a influência crescente dos  bolcheviques , liderados por Lenin, que prometiam “paz, terra e pão” e ganhavam apoio popular.
    • A tentativa de Kerensky de consolidar um governo democrático e liberal foi prejudicada pela instabilidade política, econômica e social.

    4. Revolução de Outubro de 1917

    • Em outubro de 1917 (novembro no calendário gregoriano), os bolcheviques derrubaram o Governo Provisório em um golpe conhecido como Revolução de Outubro.
    • Kerensky tentou, mas não conseguiu reunir apoio suficiente. Ele fugiu de Petrogrado (atual São Petersburgo) e, posteriormente, deixou a Rússia.
    O Outubro Vermelho de 1917 que abalou o capitalismo
    Lenin e O Outubro Vermelho de 1917 que abalou o capitalismo / Foto: Reprodução

    5. Exílio e Vida Posterior

    • Após a tomada do poder pelos bolcheviques, Kerensky viveu no exílio, primeiro na Europa e depois nos Estados Unidos.
    • Ele continuou a escrever e a falar sobre a Rússia e a Revolução, defendendo suas ações e criticando o regime bolchevique.
    • Kerensky morreu em 1970 em Nova Iorque, aos 89 anos.

    6. Legado

    • Kerensky é frequentemente visto como uma figura trágica na história russa. Ele tentou estabelecer um governo democrático em um momento de extrema turbulência, mas foi superado pelas forças revolucionárias mais radicais.
    • A sua incapacidade de resolver questões críticas, como a saída da guerra na Rússia e a reforma agrária, contribuiu para o colapso do Governo Provisório e a ascensão dos bolcheviques.

    Rússia e a Revolução
    Kerensky morreu em 1970 em Nova York, Estados Unidos, aos 89 anos / Foto: Reprodução
    golpe Governo provisório nova york Revolução Russa russia URSS
    Taciano Cassimiro, é jornalista, comentarista e CEO da TN Brasil TV / Foto: AP
    Taciano Cassimiro
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    Jornalista MTB 3190/PA, Bacharel em Teologia, Pós-Graduações: História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais | Pós-Graduando em Comunicação em Crises Internacionais e MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda | Membro do SINJOR (Sindicato dos Jornalistas do Pará) e da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas). Alagoano, de Maceió. Torcedor do CSA, Vasco da Gama e Paysandu.

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