Autor: TN BRASIL TV
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Após se questionado novamente na última segunda-feira (11), sobre o veto a gratuidade de absorventes, Jair Bolsonaro disse que “não pode fazer o que quer com a caneta presidencial”. O presidente afirmou que a decisão ocorreu por falta da indicação da fonte de recursos para custear a proposta. “Você não pode apresentar um projeto sem dizer de onde vem o dinheiro. E, se eu sancionar, estou incurso em crime de responsabilidade. Eu não posso fazer o que eu quero com a minha caneta. Um vereador ou deputado pode votar sim ou não no que bem entender, mas se eu sancionar…
Em conversa com apoiadores na última segunda-feira (11), Jair Bolsonaro foi questionado sobre as mais de 600 mil mortes no país por covid-19. O presidente respondeu que não foi ao local para se aborrecer: “Qual país não morreu gente? Qual país não morreu gente? Qual país não morreu gente? Responda! Deixa de… Olha, não vim me aborrecer aqui, por favor”. Segundo informações, o Brasil chegou, no último dia 8, à trágica marca de 600 mil mortes pela covid-19. Esse número foi alcançado pouco mais de três meses e meio depois de cravar meio milhão de vidas perdidas.
Após o novo aumento no preço dos combustíveis no país, o presidente Jair Bolsonaro no último domingo (10), em tom de ironia comentou sobre o assunto. O mesmo ainda disse que, se pudesse, passaria o comando da Petrobras ao vice, o general Hamilton Mourão, do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro). “O dólar está diretamente ligado ao preço do combustível por lei. Eu tenho que cumprir a lei. Eu não mandei… Não é que eu não mandei, eu não mando na Petrobras. Eu quero… Se eu pudesse, eu passava a Petrobras para o Mourão administrar: ‘Olha, se aumentar combustível, quem manda é o Mourão’”.
Em uma publicação feita em seu Twitter, no último domingo (10), o pastor Silas Malafaia prometeu denunciar dois ministros do governo Bolsonaro. Segundo Silas, os ministros perderam a “condição moral” de continuar nos cargos. “Atenção, povo brasileiro. Dois ministros de Bolsonaro perderam a condição moral de continuarem como ministros. Amanhã, vou postar um vídeo denunciando esses inescrupulosos. Será um verdadeiro arrasa-quarteirão!”.
Em resposta para um internauta, no programa “CiroGames”, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, disse que o Brasil vive a “lei da selva” e que, por essa razão, o preço dos alimentos tem subido. “O povo está pagando exatamente a consequência de um modelo econômico e de um modelo de governança política. O que está valendo no Brasil é a lei da selva. E a lei da selva é assim: quem paga leva e o povo que se lixe”. Ciro ainda afirmou, mesmo o Brasil sendo um dos maiores produtores mundiais de alimentos, mais de 19 milhões de pessoas estão…
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste último domingo (10) criticou o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) por ainda não ter providenciado e pautado a sabatina do ex-advogado-geral da União André Mendonça, indicado para o STF (Supremo Tribunal Federal). “Quem não está permitindo a sabatina é o Davi Alcolumbre (…) Teve tudo o que foi possível durante os dois anos comigo e de repente ele não quer o André Mendonça. Quem pode não querer é o plenário do Senado, não é ele. Ele pode votar contra, agora o que ele está fazendo não se faz. A indicação é minha”, disse Bolsonaro…
Durante o programa Brasil Urgente, no último sábado (09), o apresentador e pré-candidato a presidência nas eleições de 2022, José Luiz Datena, afirmou que Jair Bolsonaro será julgado nas urnas por possíveis crimes cometidos contra o Brasil. “Bolsonaro será julgado na urna, que é onde tem que ser julgado pelo cidadão brasileiro quem comete crimes contra o país”. Datena ainda disse, “Duvido que Lula será julgado de novo. Ele nunca mais será preso, pode ter certeza absoluta disso”.
Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, em entrevista afirmou que o partido está a caminho da terceira via, mais que o mesmo não irá apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro, nas eleições de 2022. “É equivocado dizer que não está claro se o partido está ou não com Bolsonaro. Isso está pacificado dentro do partido. O Novo não vai estar com Bolsonaro”. Eduardo assumiu a presidência nacional da sigla em março de 2020, quando Amoêdo deixou voluntariamente o cargo.
