Os golpes e tentativas de ruptura são constantes na história do Brasil. Grupos insatisfeitos com resultados eleitorais ou com a perda de influência encontram no rompimento democrático uma fórmula perigosa para resolver tensões e saciar a sede pelo poder. Recentemente, com o apoio de setores da mídia, outra investida golpista por pouco não foi consumada.
O cenário atual, porém, mostra que parte da imprensa e setores abastados da sociedade continuam sedentos pelo retorno de forças que atacam as instituições democráticas, o jornalismo e a própria imprensa livre. Direita ou esquerda? Este não é o ponto central. O fato é que a sociedade não pode flertar com forças que se alimentam do caos, da mentira, das fake news, do entreguismo e de um moralismo que desrespeita a democracia.
O tempo presente requer vigilância absoluta. Os sinais sobre os riscos que corremos estão em evidência desde o golpe político de 2016. É preciso aprender com a história: não repitamos o erro!

