O Ministério Público do Peru pediu mais de cinco anos de prisão para o candidato presidencial Roberto Sánchez por supostamente omitir informações sobre contribuições financeiras recebidas por seu partido entre 2018 e 2020. Segundo a acusação, cerca de US$ 57 mil não teriam sido declarados ao órgão eleitoral peruano.
Sánchez nega irregularidades e afirma ser alvo de perseguição política. O caso será analisado pela Justiça em audiência marcada para 27 de maio, que decidirá se o processo seguirá para julgamento.
Apesar da investigação, o candidato garantiu vaga no segundo turno das eleições presidenciais peruanas, onde enfrentará a direitista Keiko Fujimori. Fujimori liderou o primeiro turno com 17,1% dos votos, enquanto Sánchez avançou com 12%.
Com informações da Jovem Pan.

