O conselheiro e aliado de Donald Trump, Paolo Zampolli, gerou polêmica ao afirmar, em entrevista a uma rádio italiana, que “mulheres brasileiras são programadas para causar confusão”. A declaração ocorreu enquanto comentava seu relacionamento com a ex-esposa brasileira Amanda Ungaro, com quem tem um filho e disputa a guarda na Justiça.
Durante a conversa, Zampolli reforçou a fala ao ser questionado por jornalistas, dizendo: “As mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo” e, em seguida, afirmou que elas são “programadas” para isso. A declaração teve repercussão negativa por seu caráter generalizante e ofensivo.
O nome de Zampolli também aparece em uma reportagem do The New York Times, que aponta possível influência dele na deportação de Amanda Ungaro. Segundo o jornal, ele teria contatado autoridades de imigração após a prisão da ex-esposa, sugerindo irregularidades no visto e questionando sua permanência nos EUA.
Amanda foi detida e deportada após ficar sob custódia do serviço de imigração. Ela afirma acreditar que a influência do ex-marido foi decisiva no processo, enquanto o governo americano sustenta que a deportação ocorreu por vencimento do visto e acusações de fraude.

