Com o acirramento da ditadura militar nos anos 1960, Caetano Veloso uniu a vanguarda da Tropicália à resistência democrática, enfrentando a censura severa e o exílio para defender a liberdade de expressão no país.
Com o acirramento da ditadura militar na década de 1960, o cantor e compositor Caetano Veloso transformou sua arte em um poderoso instrumento de resistência cultural, defendendo firmemente a liberdade, a democracia e os direitos fundamentais contra o autoritarismo.
O momento mais drástico dessa perseguição política ocorreu em dezembro de 1968, com a decretação do Ato Institucional nº 5 (AI-5). Caetano foi preso pelo regime militar e, após meses de confinamento, obrigado a viver no exílio em Londres, onde permaneceu entre 1969 e 1972.
Mesmo sob forte censura, ele desafiou o sistema e marcou a história com canções contestadoras e vanguardistas, como “Alegria, Alegria” (1967) e “É Proibido Proibir” (1968). Seu talento inesgotável e coragem consolidaram seu nome como um dos maiores defensores da democracia no Brasil.
