Ação militar eleva tensão no Oriente Médio e desperta temores de um conflito em larga escala na região.
O governo do Irã lançou, neste sábado (28), uma série de ataques contra instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. A ofensiva, composta por mísseis balísticos e drones de longo alcance, foi confirmada por Teerã como uma resposta direta à operação militar realizada horas antes por forças norte-americanas e israelenses. Em nota oficial, o comando militar iraniano classificou a incursão como uma medida de “legítima defesa” e alertou para novas retaliações caso a soberania do país volte a ser violada.
A escalada do conflito ocorre imediatamente após um ataque conjunto sem precedentes entre os Estados Unidos e Israel, que visou infraestruturas estratégicas e centros de comando em território iraniano. Segundo fontes do Pentágono, a operação coordenada teve como objetivo neutralizar ameaças iminentes e reduzir a capacidade operacional de grupos financiados pelo Irã na região. A ação marca um endurecimento significativo na estratégia de Washington e Tel Aviv, que até então priorizavam sanções econômicas e operações cirúrgicas.
O cenário internacional acompanha o desenrolar dos fatos com extrema cautela, enquanto o balanço de danos e possíveis baixas nas bases americanas ainda está sendo processado. Líderes globais e o Conselho de Segurança da ONU já se manifestaram pedindo contenção imediata de ambas as partes para evitar que o ciclo de represálias desencadeie uma guerra regional generalizada. No momento, o estado de alerta é máximo em todo o Golfo Pérsico e em bases militares aliadas no exterior.
