A Justiça no Piauí, por meio da Vara de Delitos de Organização Criminosa do Tribunal de Justiça, proferiu decisão de grande relevância ao revogar a prisão preventiva de investigada acusada de integrar organização criminosa e praticar suposta lavagem de dinheiro, reconhecendo a ausência de fundamentos concretos para a manutenção da custódia cautelar.
A decisão foi proferida após atuação técnica e estratégica dos advogados Joaquim Freitas, Ivonaldo Cascaes e Alex Viana, do escritório Freitas Neto & Cascaes Advocacia, que mais uma vez demonstram atuação de destaque em casos de alta complexidade no cenário jurídico nacional, especialmente em investigações envolvendo crimes econômicos e organizações criminosas.
O juízo destacou:
- Ausência de contemporaneidade e de risco atual;
- Fragilidade dos indícios de autoria;
- Regularidade da atividade empresarial;
- Inexistência de risco concreto de fuga;
- Suficiência de medidas cautelares diversas.
A investigada foi denunciada pelo MP piauiense por lavagem de dinheiro e organização criminosa, tendo o magistrado reafirmado, na decisão, o caráter excepcional da prisão preventiva.
