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    Racismo Recreativo: Os Limites do Humor à Luz do Direito.

    Renata FeitosaRenata Feitosa18 de junho de 2025 JUSPARÁ
    Racismo Recreativo: Os Limites do Humor à Luz do Direito.
    A decisão judicial se baseou no entendimento de que piadas com conteúdo discriminatório/ Foto: Edição TNB
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    A recente condenação de um humorista reacendeu o debate jurídico e social sobre os limites do humor e o conceito de racismo recreativo. A decisão judicial se baseou no entendimento de que piadas com conteúdo discriminatório, especialmente quando direcionadas a grupos historicamente marginalizados, não se sustentam sob a proteção da liberdade de expressão.

    O termo racismo recreativo, segundo professor Adilson Moreira é “um conjunto de práticas sociais que operam por meio do uso estratégico do humor hostil, do humor racista”.

    Essas práticas, em que pesem parecerem inofensivas, “englobam brincadeiras, piadas, mensagens e imagens que têm como objetivo principal promover a degradação moral de minorias raciais.”

    Quando esse tipo de conteúdo é veiculado por figuras públicas ou artistas com grande alcance, seus efeitos são ainda mais amplificados.

    Na sentença que condenou o humorista, o Judiciário entendeu que o humor não é um espaço imune à Constituição.

    A liberdade de expressão, embora seja um direito fundamental, não é absoluta, especialmente quando colide com outros direitos fundamentais, como a dignidade da pessoa humana, a igualdade e a proteção contra o preconceito.

    Segundo o artigo 20 da Lei 7.716/1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, aduz que é crime “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”, com pena que pode incluir reclusão e multa.

    Ao fazer piadas reiteradas com teor racista, o humorista ultrapassou os limites da liberdade de expressão e da dignidade da pessoa humana.

    A decisão também reforça a necessidade de repensar o papel social do humor, em que o riso não pode ser usado como instrumento de opressão, sobretudo contra aqueles que historicamente já foram silenciados ou estigmatizados.

    O humor é, sim, uma ferramenta poderosa de crítica, reflexão e transformação, mas deve caminhar lado a lado com a responsabilidade ética e legal.

    direito Limites Racismo Recreativo Renata Feitosa
    ADVOGADA RENATA FEITOSA
    Renata Feitosa
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    Advogada Criminalista, Pós-graduada em Tribunal do Júri e execução Criminal, Pós-graduanda em Direito Penal e Processual Penal e Direiro Digital, Secretária Geral do Instituto Paraense do Direito de Defesa - IPDD.

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    Andreia Xarão fortalece atuação no Marajó e projeta reeleição

    ALEPA EM FOCO 6 de maio de 2026

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    Deputada Diana Belo mantém atuação ativa e presença nos municípios

    ALEPA EM FOCO 6 de maio de 2026

    Reeleita com 52.685 votos, Diana Belo (União Brasil) preside a Comissão de Tributação da Alepa. Com base em Capitão Poço, atua em diálogo com lideranças e nas agendas do Governo do Pará.

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    ALEPA EM FOCO 6 de maio de 2026

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