A Justiça revogou a prisão preventiva de C.G.A., acusado de dupla tentativa de feminicídio contra a ex-esposa e a sogra, após acolher pedido apresentado pelos advogados Dra. Isis Guimarães Teixeira e Dr. Marco Antônio Pina de Araújo.
A defesa sustentou que os fundamentos da prisão decretada em 2021 não permaneciam atuais, destacando que o acusado possui residência fixa, trabalho lícito, vínculos familiares e não se envolveu em novos fatos delituosos durante aproximadamente cinco anos.
Ao acolher os argumentos, a Justiça substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares, permitindo que o acusado responda ao processo em liberdade. A decisão evidencia a atuação técnica da defesa e reforça o entendimento de que a prisão preventiva deve ser aplicada apenas em situações de risco concreto e atual.

