Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Maria do Carmo (PT) amplia votação no Pará e fortalece liderança no Baixo Amazonas

    20 de outubro de 2026

    Com votos em todo o Pará, Erick Monteiro preserva seus principais redutos nas eleições de 2026

    20 de outubro de 2026

    Vereador Rosenildo Freitas destaca ações na zona rural e agradece atenção da gestão de Lauro Hoffmann

    20 de outubro de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    terça-feira, outubro 20
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTE
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • HISTÓRIA DAS ELEIÇÕES
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Cláudio Affonso: Direito sem Roteiro
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Conversa Jurídica com Leomara Couto
      • A Forja do Direito com Daniele Malheiros
      • Vozes da Amazônia com Monick Barros
      • Estella Nunes: Olhares sobre História e Direito
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Gisele Lana: Entre Direitos e Benefícios
      • Leilões & Estratégia com Tatiana Filagrana
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Descomplica Tributário Com Paula Souza
      • Direito Sem Rótulos com Renata Feitosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    A Batalha no STF: entre o messianismo, as vaidades e a politização da toga

    Taciano CassimiroTaciano Cassimiro8 de setembro de 2026 Coluna do Cassimiro
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    A Batalha no STF: entre o messianismo, as vaidades e a politização da toga
    Entre salvadores da pátria e alvos de ofensivas extremistas, a Suprema Corte oscila no centro de uma dinâmica de torcida organizada que tensiona o rigor jurídico em ano eleitoral /Arte: TN
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

     De Joaquim Barbosa a André Mendonça, a crônica de uma Suprema Corte arrastada pelo populismo judicial e a lógica das torcidas.

    O ciclo dos heróis e vilões na Suprema Corte

    O Supremo Tribunal Federal (STF) já esteve sob alvo direto de ofensivas extremistas que pregavam seu fechamento via intervenção militar. Antes, contudo, a própria Corte viu emergir figuras incensadas pela opinião pública, a exemplo do ex-ministro Joaquim Barbosa — que, no auge do julgamento do Mensalão (Ação Penal 470), foi ovacionado a ponto de ter seu nome cotado para a Presidência da República, provocando inclusive reações de preocupação da OAB diante de suas frequentes ofensas direcionadas aos advogados na tribuna. No mesmo ecossistema, a Operação Lava Jato projetou a figura de Sergio Moro — que, embora não tenha integrado o STF, arrastou o tribunal para o centro de uma ruidosa controvérsia jurídica em razão dos métodos e do conluio acusatório. Tido como “salvador da pátria”, Moro virou ministro de Estado, elegeu-se senador e, no giro da engrenagem política, acabou etiquetado como traidor por antigos aliados.

    A pêndula da espetacularização: de Moraes a André Mendonça

    A esteira institucional não parou de girar. Em 2018, Alexandre de Moraes votou contra o habeas corpus do atual presidente Lula. Anos mais tarde, respaldado pelo plenário da Corte, transformou-se no principal anteparo judicial contra as tramas golpistas, determinando prisões e atingindo altas patentes militares. O resultado foi a personificação do julgamento: Moraes virou, simultaneamente, figura amada e odiada, alimentando coros que o aclamavam para a vida pública.

    Mais recentemente, a dinâmica se renova com o ministro André Mendonça, indicado na gestão Bolsonaro. O magistrado imergiu a Corte em nova turbulência, agora sob contornos de narrativa messiânica — marcada por agradecimentos a “irmãos em Cristo”, retórica maniqueísta do “bem contra o mal” e a chancela explícita dada por Michelle Bolsonaro ao batizá-lo como o “ungido do Senhor”.

    Contradições jurídicas e as blindagens seletivas

    Nesse cenário, movimentos processuais conduzidos por Mendonça expuseram fragilidades e tensionaram a atuação de nomes como Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, enquanto Dias Toffoli tenta reconfigurar sua permanência no debate. Em contrapartida, episódios graves — como a ligação do senador Flávio Bolsonaro tratando de cifras milionárias — acabaram à margem das prioridades do gabinete de Mendonça.

    A crise se aprofundou quando revelações apontaram contratos que somam mais de R$ 10 milhões firmados por órgãos públicos, com dispensa ou inexigibilidade de licitação, com o Instituto Iter, entidade fundada pelo próprio ministro. Contudo, na lógica da polarização, o carimbo de novo “salvador” já havia sido concedido tarde demais para reflexões ponderadas.

    A sociedade dividida e o espetáculo midiático

    O ecossistema jurídico e político reage com bordões automáticos: “rasgaram a Constituição” ou “exigimos investigação imediata”. A imprensa cumpre seu papel de noticiar com fervor, mas, ao acelerar a apuração, muitas vezes atropela a presunção de inocência — transferindo inteiramente para o próprio acusado o ônus de tentar recolher as penas e recompor sua biografia. A sociedade, por sua vez, é arrastada para uma postura de torcida organizada, onde a razão dá lugar a uma paixão cega, de viés personalista e partidário, que se sobrepõe tanto ao campo eleitoral quanto ao rigor jurídico. O critério da lei é esquecido: o foco deveria ser a punição imparcial de quem comete ilícitos, independentemente de se tratar de Barbosa, Moro, Toffoli, Moraes, Gonet ou Mendonça.

    O veredito das vaidades em ano eleitoral

    Em última análise, a batalha travada no âmbito do Supremo Tribunal Federal expõe as vísceras da vaidade, do hipermidiatismo e da politização da toga. Em anos eleitorais, a Suprema Corte volta a capturar os holofotes, enquanto parte de seus membros, intencionalmente ou não, passa a atuar como verdadeiro cabo eleitoral do xadrez político nacional.

    Alexandre de Moraes André Mendonça Batalha no STF joaquim barbosa Politização do Judiciário sergio moro stf TN Brasil TV
    Avatar photo
    Taciano Cassimiro
    • Website
    • Facebook
    • X (Twitter)
    • Instagram

    Taciano Cassimiro (MTE 3190/PA), bacharel em Teologia e licenciado em História. Possui pós-graduações em História do Brasil, Direito Político e Eleitoral, Jornalismo Político, História da América, Ciências Políticas, Relações Internacionais e Comunicação em Crises Internacionais, além de um MBA Executivo em Gestão Estratégica de Publicidade e Propaganda. Atualmente, especializa-se em Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, e cursa pós-graduações em jornalismo investigativo; Direito Civil e Direito Processual Civil; Ciências Criminais. Filiado ao Sindicato dos Jornalistas do Pará (SINJOR) e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é natural de Maceió (AL) e adotou o Pará como lar. Fora do jornalismo e da análise política, divide sua paixão pelo futebol entre o CSA, o Vasco da Gama e o Paysandu.

    Continue lendo

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    Chicão é eleito senador pelo Pará em disputa voto a voto contra Éder Mauro

    Lu Ogawa é eleito deputado federal no Pará com mais de 136 mil votos

    Adriano Coelho é eleito deputado federal com mais de 114 mil votos no Pará

    Erick Monteiro (MDB) é reeleito deputado estadual no Pará com mais de 66 mil votos

    Elias Santiago: Um mandato dedicado ao povo do Pará

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    14 de outubro de 2026

    Chicão é eleito senador pelo Pará em disputa voto a voto contra Éder Mauro

    5 de outubro de 2026

    Lu Ogawa é eleito deputado federal no Pará com mais de 136 mil votos

    5 de outubro de 2026

    Adriano Coelho é eleito deputado federal com mais de 114 mil votos no Pará

    5 de outubro de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Maria do Carmo (PT) amplia votação no Pará e fortalece liderança no Baixo Amazonas

    ALEPA EM FOCO 20 de outubro de 2026

    Reeleita para seu terceiro mandato na Alepa em 2026, a deputada Maria do Carmo (PT) ampliou sua votação para 50.558 votos, com forte base em Santarém.

    Com votos em todo o Pará, Erick Monteiro preserva seus principais redutos nas eleições de 2026

    ALEPA EM FOCO 20 de outubro de 2026

    O deputado estadual Erick Monteiro obteve 66.386 votos nas eleições de 2026, mantendo forte liderança em Ananindeua, Belém e Capitão Poço por todo o Pará.

    Alepa aprova PEC de Iran Lima que atualiza regras das emendas parlamentares no Pará

    ALEPA EM FOCO 20 de outubro de 2026

    A Assembleia Legislativa do Pará aprovou a PEC nº 8/2026, proposta por Iran Lima, que atualiza as regras de execução obrigatória das emendas parlamentares.

    Roni Baiano e deputado Carlos Vinícius: aliança política em Tailândia

    ALEPA EM FOCO 16 de outubro de 2026

    Reeleito nas eleições de 2026 com 53.090 votos, o deputado estadual Carlos Vinícios contou com o apoio do vereador Roni Baiano para somar 720 votos em Tailândia.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}