O sargento das forças especiais dos Estados Unidos, Gannon Ken Van Dyke, foi preso sob acusação de lucrar mais de US$ 400 mil ao usar informações confidenciais em apostas relacionadas à operação que capturou Nicolás Maduro. Ele participou diretamente da missão e teria se beneficiado do acesso privilegiado aos dados.
De acordo com as investigações, o militar realizou 13 apostas poucos dias antes do anúncio oficial da captura, movimentando cerca de US$ 33 mil. As operações levantaram suspeitas devido ao volume e ao momento em que foram feitas, indicando possível uso de informação sigilosa.
Após a confirmação da captura, o valor das apostas disparou, gerando lucro estimado em mais de US$ 400 mil. Autoridades destacaram que membros das forças armadas não podem utilizar informações confidenciais para benefício pessoal, classificando o caso como uma grave violação ética e legal.
O episódio também reacendeu o debate sobre o uso indevido de informações privilegiadas e a necessidade de maior controle sobre esse tipo de prática, especialmente após outros casos semelhantes envolvendo decisões políticas e movimentações financeiras antecipadas.
Com informações da Jovem Pan

