Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Zeca Pirão, o reconhecimento popular e a política próxima do povo

    14 de outubro de 2026

    Acadêmico de Direito, Carlos João integra encontro de colunistas e apoiadores da TN Brasil TV

    14 de outubro de 2026

    Rafael Garrancho reúne mais de 3 mil pessoas em Jacundá para agradecer votação expressiva de seus candidatos nas eleições de 2026.

    14 de outubro de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quarta-feira, outubro 14
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTE
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • HISTÓRIA DAS ELEIÇÕES
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Cláudio Affonso: Direito sem Roteiro
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Conversa Jurídica com Leomara Couto
      • A Forja do Direito com Daniele Malheiros
      • Vozes da Amazônia com Monick Barros
      • Estella Nunes: Olhares sobre História e Direito
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Gisele Lana: Entre Direitos e Benefícios
      • Leilões & Estratégia com Tatiana Filagrana
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Descomplica Tributário Com Paula Souza
      • Direito Sem Rótulos com Renata Feitosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    É possível conciliar guarda compartilhada com medida protetiva deferida em favor da mulher vítima de violência doméstica?

    Advogada Gabrielle FurtadoAdvogada Gabrielle Furtado5 de fevereiro de 2025 JUSPARÁ
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    É possível conciliar guarda compartilhada com medida protetiva deferida em favor da mulher vítima de violência doméstica?
    Em situações onde a violência é direcionada exclusivamente à mulher e não aos filhos, alguns tribunais admitiam a guarda compartilhada / TNB
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    A guarda compartilhada tem sido amplamente incentivada pelo ordenamento jurídico brasileiro como uma forma de assegurar o melhor interesse da criança, promovendo a participação equilibrada de ambos os genitores na sua educação e formação. No entanto, quando a relação entre os pais é permeada por episódios de violência doméstica, a conciliação entre a guarda compartilhada e medidas protetivas pode se tornar um desafio jurídico e social.

    O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Código Civil brasileiro estabelecem que as decisões sobre guarda devem priorizar o bem-estar da criança. Assim, ainda que a guarda compartilhada seja a regra, ela não pode ser imposta quando há riscos para a segurança da genitora e dos filhos.

    É possível conciliar guarda compartilhada com medida protetiva deferida em favor da mulher vítima de violência doméstica?
    O ECA e o Código Civil brasileiro estabelecem que as decisões sobre guarda devem priorizar o bem-estar da criança / Reprodução

    A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) prevê diversas medidas protetivas que podem ser aplicadas para garantir a segurança da mulher em situação de violência, incluindo o afastamento do agressor e a proibição de contato. Essas restrições podem inviabilizar a guarda compartilhada na prática, pois impedem a comunicação entre os genitores e tornam difícil a adoção de decisões conjuntas sobre a criança.

    Em situações onde a violência é direcionada exclusivamente à mulher e não aos filhos, alguns tribunais admitiam a guarda compartilhada, desde que existissem mecanismos seguros de intermediação, como um terceiro responsável pela comunicação entre os pais ou o uso de aplicativos judiciais que evitassem o contato direto.

    Em muitos casos, os tribunais optavam pela guarda unilateral, fixando visitas assistidas ao genitor agressor, para evitar a revitimização da mulher e preservar o bem-estar da criança.
    Até que veio a Lei 14.713/2023, e trouxe avanços significativos no ordenamento jurídico brasileiro ao modificar o Código Civil e reforçar a proteção de mulheres e crianças em situação de violência doméstica.

    A principal alteração promovida por essa lei está no artigo 1.584 do Código Civil, que trata sobre a guarda dos filhos em casos de separação dos pais. Com a nova redação, fica estabelecido que a guarda compartilhada não será aplicada quando houver medida protetiva em favor da mulher vítima de violência doméstica; o juiz deve priorizar a segurança e o bem-estar da mulher e da criança ao decidir sobre a guarda; a existência de indícios de violência é um fator determinante para afastar a possibilidade de guarda compartilhada.

    Essa lei garante que a segurança da vítima prevaleça sobre o direito do genitor agressor. O maior impacto positivo dessa lei é a proteção para as vítimas de violência doméstica, que não serão obrigadas a conviver de nenhuma forma com o agressor por meio da guarda compartilhada, além de reforçar a importância das medidas protetivas, garantindo que a mulher esteja realmente segura e evitando expor ainda mais as crianças em situações traumáticas.

    É possível conciliar guarda compartilhada com medida protetiva deferida em favor da mulher vítima de violência doméstica?
    O juiz deve priorizar a segurança e o bem-estar da mulher e da criança ao decidir sobre a guarda; a existência de indícios de violência é um fator determinante / Reprodução

    Ao impedir a imposição da guarda compartilhada em casos de violência, o sistema jurídico brasileiro dá um passo importante na proteção das vítimas e na prevenção de novos abusos.

    Assim, essa legislação reforça o compromisso do Estado com a segurança e o bem-estar das famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo que a justiça não perpetue situações de violência.

    Criança guarda compartilhada Medida Protetiva Mulher vítima
    Advogada Gabrielle Furtado
    Advogada Gabrielle Furtado
    • Website
    • Instagram

    Advogada, Presidente da Comissão de Mulheres e Advogadas da Subseção de Ananindeua-PA. Pós-graduanda em direito civil e processo civil.

    Continue lendo

    Atuação de advogados resulta na liberdade de quatro presos da Operação Vastum

    LAEJI lança processo seletivo para novos ligantes acadêmicos e destaca a importância da participação estudantil na formação jurídica

    SEPARAÇÃO E PETS: COM QUEM FICA O ANIMAL APÓS O FIM DA RELAÇÃO?

    A realidade por trás das perícias psiquiátricas no Brasil

    Instituto Paraense do Direito de Defesa (IPDD) define nova composição para o biênio 2026/2028

    Os Dois

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    14 de outubro de 2026

    Chicão é eleito senador pelo Pará em disputa voto a voto contra Éder Mauro

    5 de outubro de 2026

    Lu Ogawa é eleito deputado federal no Pará com mais de 136 mil votos

    5 de outubro de 2026

    Adriano Coelho é eleito deputado federal com mais de 114 mil votos no Pará

    5 de outubro de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Zeca Pirão, o reconhecimento popular e a política próxima do povo

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    Com 36 anos de vida pública, o deputado estadual Zeca Pirão destaca-se na política paraense por sua atuação próxima do povo e foco na transformação social.

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    Cobertura jornalística do portal TN Brasil TV sobre a sucessão na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Pará e o xadrez político para as eleições municipais de 2028.

    Com 92.730 votos, Cilene Couto é a mulher mais votada para a Alepa em 2026

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    A deputada Cilene Couto foi reeleita em 2026 com 92.730 votos, registrando a maior votação entre as mulheres e iniciando seu quinto mandato na Alepa.

    Alepa aprova projeto de Ronie Silva para fortalecer proteção a crianças vítimas de violência sexual no Pará

    ALEPA EM FOCO 13 de outubro de 2026

    A Assembleia Legislativa do Pará aprovou o projeto do deputado Ronie Silva que estabelece diretrizes para proteger crianças vítimas de violência sexual no estado.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}