Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    PL da Dosimetria: Moraes nega redução de pena para Débora do Batom

    5 de maio de 2026

    Clube do Remo e Paysandu venceram seus jogos

    4 de maio de 2026

    Marcus Moura 7 anos de advocacia com trajetória marcada por superação, estudo e visão estratégica

    4 de maio de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    quarta-feira, maio 6
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • FOLHA DE ESPORTES
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Eleições 2026
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Daniele Malheiros
      • Estella Nunes
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Paula Souza
      • Marcelo Lemos
      • Renata Feitosa
      • Breno Guimarães
      • Professor Davi Barbosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Justiça no Pará: Uma Decisão Inovadora no Combate à Violência Obstétrica

    Advogada Gabrielle FurtadoAdvogada Gabrielle Furtado29 de julho de 2025 JUSPARÁ
    Justiça no Pará: Uma Decisão Inovadora no Combate à Violência Obstétrica
    Gabrielle Furtado Advogada, Presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB Ananindeua (CMA), Mentora Social e Colunista do TN Brasil / Foto: reprodução TN.
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    Tribunal local reconhece a vulnerabilidade da mulher no parto e inverte o ônus da prova, exigindo que o serviço público demonstre a conduta adequada.

    A violência obstétrica, manifestada por condutas desrespeitosas e intervenções desnecessárias durante o parto, permanece um desafio à dignidade da mulher. Nesse cenário, recentes desenvolvimentos jurisprudenciais no Tribunal de Justiça do nosso Estado do Pará indicam um avanço significativo na proteção dos direitos das parturientes.

    Um caso recente, envolvendo uma gestante que alegou ter sofrido tratamento desumano e negligência durante o parto em um hospital público, ela alega que mesmo com fortes dores e sangramento, foi sucessivamente orientada a retornar para casa, e quando finalmente foi atendida, o parto normal teria sido forçado, culminando em graves sequelas para o recém-nascido.

    Diante dessa situação desoladora, a família da mulher ajuizou uma ação indenizatória contra o Município, pleiteando reparação pelos danos morais decorrentes do erro médico e da violência obstétrica.

    A defesa do ente municipal, por sua vez, tentou desqualificar as alegações, argumentando que a gestação transcorreu normalmente e que não houve erro médico. Um ponto particularmente sensível na argumentação da defesa foi a alegação de que a parturiente não teria “colaborado” no momento da expulsão do bebê, o que teria justificado as intervenções realizadas e a subsequente episiotomia. Essa é uma face cruel da violência obstétrica: a culpabilização da mulher pelo próprio sofrimento.

    A relevância processual reside na decisão de saneamento proferida pelo juízo de primeiro grau. Compreendendo a assimetria de informações e a vulnerabilidade da paciente, o magistrado deferiu a inversão do ônus da prova. Com isso, não caberá à mulher comprovar o erro ou a violência sofrida; a responsabilidade de demonstrar a adequação e o respeito da conduta médica recairá sobre o Município.

    Esta decisão é um marco. Ao reconhecer a hipossuficiência da parturiente e a maior capacidade probatória do ente público, o TJPA alinha-se a uma tendência de humanização do direito médico. Impondo ao serviço público a obrigação de justificar a conformidade de seus procedimentos, o judiciário paraense reforça o princípio da dignidade da pessoa humana no parto.

    Mesmo em fase processual inicial, tal deliberação envia um sinal inequívoco às instituições de saúde do nosso estado: a autonomia da mulher no parto é um direito fundamental. Precedentes como este são essenciais para fomentar uma cultura de respeito e responsabilidade, contribuindo para que a experiência do nascimento seja pautada pela dignidade, não pela violência.

    Conhecer seus direitos é o primeiro passo para um parto respeitoso. Não se cale!

    direitos forçado jurisprudenciais município parturientes proteção
    Advogada Gabrielle Furtado
    Advogada Gabrielle Furtado
    • Website
    • Instagram

    Advogada, Presidente da Comissão de Mulheres e Advogadas da Subseção de Ananindeua-PA. Pós-graduanda em direito civil e processo civil.

    Continue lendo

    Advogado Edson Azevedo cumpre agenda jurídica e acadêmica em Belém

    Imunidade Tributária das Igrejas no Brasil

    Você já conhece a nova lei contra crime organizado?

    Alienação fiduciária e o novo perfil dos leilões extrajudiciais

    Reunião com a Polícia Federal trata de ações de segurança nas Eleições 2026

    A consolidação dos leilões eletrônicos no Brasi

    COLUNA DO CASSIMIRO

    O Alvorecer Democrático no Pará: Jader Barbalho e a Arquitetura de um Novo Poder (1983-1987)

    2 de maio de 2026

    Dica: “O Processo” de Franz Kafka

    29 de abril de 2026

    A consagração de um líder: Lauro Hoffmann atinge 91,89% de aprovação em Tailândia

    28 de abril de 2026

    Lauro Hoffmann e Jader Filho: garantem infraestrutura e reforçam liderança em Tailândia

    18 de abril de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Sessão dessa terça (5) da Alepa deve abordar gestão pública, cultura e direitos sociais

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    A Alepa vota nesta terça (5) seis projetos sobre gestão pública, meio ambiente e inclusão. A pauta inclui direitos de pessoas com deficiência, educação ambiental e temas tributários e culturais.

    Agora é Lei! Adriano Coelho assegura novo direito para pessoas com autismo no Pará

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    A Lei 11.442/2026, de Adriano Coelho, garante a pessoas com autismo no Pará o direito de portar alimentos e itens próprios em qualquer local, visando inclusão e apoio à seletividade alimentar.

    Das 7 deputadas da Alepa, quem chega forte para disputar a reeleição?

    ALEPA EM FOCO 4 de maio de 2026

    Alepa tem 41 deputados, sendo 7 mulheres. Mais de 6 milhões de paraenses vão às urnas em 2026 para eleger presidente, governador, senadores e deputados estaduais e federais.

    Alepa em Foco: deputados estaduais mais votados no Pará nas últimas eleições

    ALEPA EM FOCO 2 de maio de 2026

    As eleições da Alepa mostram mudanças: Cilene Couto liderou em 2014, Dr. Daniel em 2018 com recorde de votos, e Chamonzinho em 2022. Agora, os líderes testam sua força em busca de novos mandatos.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.