Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Itália vence e deixa Turquia perto do rebaixamento

    6 de outubro de 2026

    A virada da França e a goleada sobre a Bélgica na Liga das Nações

    6 de outubro de 2026

    Quando posso pedir parecer indireto na psiquiatria forense?

    6 de outubro de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    terça-feira, outubro 6
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTE
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • HISTÓRIA DAS ELEIÇÕES
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Cláudio Affonso: Direito sem Roteiro
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Conversa Jurídica com Leomara Couto
      • A Forja do Direito com Daniele Malheiros
      • Vozes da Amazônia com Monick Barros
      • Estella Nunes: Olhares sobre História e Direito
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Gisele Lana: Entre Direitos e Benefícios
      • Leilões & Estratégia com Tatiana Filagrana
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Descomplica Tributário Com Paula Souza
      • Direito Sem Rótulos com Renata Feitosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Mercado: Ente Abstrato que impacta vidas reais de pobres, pretos e favelados

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV8 de dezembro de 2024 ECONOMIA
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    Mercado: Ente Abstrato que impacta vidas reais de pobres, pretos e favelados
    Autores: Luciano Franco Ribeiro, Gilmar J. Fáva e Thales X. Menezes / Foto: reprodução
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    Alunos do programa do Doutorado da Universidade de Buenos Aires-UBA Publicam Artigo sobre o Impacto do Mercado na Vida de Pobres, Pretos e Favelados.

    A palavra “mercado” tem roubado as cenas cotidianas dos brasileiros nos últimos anos, com mais intensidade nestes últimos meses. Mas quem é o tal “mercado”?

    Pois bem. Chegou o momento de desvendar o grande mistério que se faz em torno da palavra “mercado”, cuja definição melhor de se apropriar é a definição da EMATER-DF[1] que define: “deve ser entendido como o “local” em que operam as forças da oferta e demanda, através de vendedores e compradores, de tal forma que ocorra a transferência de propriedade da mercadoria mediante operações de compra e venda”.

    Esse tema se aproxima muito de pessoas comuns, ou seja, cidadãos das classes média e pobre do país que, de fato, são a força que impulsiona o capital financeiro “mercado”, mas essa força está envolvida com a demanda, em detrimento daqueles que buscam os lucros na oferta. Ocorre que a maioria das pessoas que buscam a “oferta” são aqueles que têm renda familiar variável até vinte salários mínimos vigentes no país, com destaque massivo ao consumo das ofertas para as rendas de até quatro salários mínimos, que fazem parte da classe social mais vulnerável do Brasil.

    O objetivo aqui não e a discussão, meramente, acadêmica sobre o que é o “mercado” embasado em teorias da sociologia e até mesmo da ciência econômica, mas sim demonstrar que existe um “ente abstrato” que tem domínio de classe da pirâmide social, as Classes A e B, pirâmide que faz a estratificação social no âmbito do conceito sociológico. A melhor classificação usada é a do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a lembrar: Classe A (acima de 20 salários mínimos), Classe B (de 10 a 20 salários mínimos), Classe C (de 4 a 10 salários mínimos), Classe D (de 2 a 4 salários mínimos) e Classe E (recebe até 2 salários mínimos).

    Mercado: Ente Abstrato que impacta vidas reais de pobres, pretos e favelados
    Favelas brasileiras têm mais de 17 milhões de moradores / Crédito: Paralaxis/iStock

    Através dessa nomenclatura do IBGE, podemos então dizer que a oferta fica por conta das Classes A e B e a demanda cooptada pelas Classes C, D e E. Com isso, embora natural, mas não admissível, o uso do método sagaz da “manipulação”, ou o “tal mercado”, este “ente abstrato” que tem domínio da economia e da política do Brasil. Somente duas das classes sociais dominam os argumentos econômicos que dão aso às ponderações de sentido de elevação ou queda das bolsas de valores econômicos do país, já que a sociedade, como um todo, não está ali representada, e o “mercado”, por ser um ente abstrato, impacta em vidas reais de famílias de pobres, pretos e favelados, na sua maioria na faixa de classes mais baixas da pirâmide social.

    O que impressiona é que o tal “mercado”, embora sem vida própria, tem função e dominar atividades políticas, sociais e econômicas do país, elevando-se o “ente abstrato” ao patamar de “supremacia do poder”, mas isso ocorre porque as Classes A e B se favorecem desse abstracionismo do mercado para dizer o que é, o que pode e quem deve ser beneficiado desse mandamento do chamado “mercado”.

    A pergunta que fica é: onde estão as pessoas das Classes C, D e E daquela pirâmide social? Ora, a pergunta tem como resposta cristalina o próprio ente abstrato “mercado” que diz: O que importam os que estão nas Classes C, D e E? No discurso, importam muito, mas nas ações, nem passam pelos interesses daqueles beneficiados.

    Mercado: Ente Abstrato que impacta vidas reais de pobres, pretos e favelados
    A proporção de pobres na população brasileira foi de 36,7% no ápice — período da pandemia — para 27,4%. Foto: Cristiano Mariz/VEJA

    De fato, o que menos importa para o “mercado” é a situação das pessoas que se enquadram nas classes C, D e E, porque essas pessoas são as que procuram a oferta e, independentemente, do “mercado”, essas pessoas é que consomem, se endividam, moram em locais perigosos, com pouca ou nenhuma condição humanitária de saneamento básico, segurança pública e moradia segura, e essa última, inclusive, está sob a espada do desmatamento para alimentar o povo, em nome do Agronegócio, causando essas crises climáticas e catástrofes que recentemente temos visto e ainda veremos piores daqui a pouco tempo.

    As pessoas, principalmente as das Classes D e E, é que estão nas áreas desmatadas, depredadas e nos locais de moradia perigosas que são os únicos possíveis para que morem com suas famílias, apesar de esses ambientes estarem sob a posse e domínio das milícias e das organizações criminosas, tornando-se o “terceiro setor” da política hegemônica do país, colocando-se ao lado de todo o parlamento brasileiro, do executivo e do judiciário, cujo ordenamento econômico nacional tem suas mãos como manipuladoras do “mercado”.

    Polarizada a política atual, surgem outros entes abstratos, tais como: economia de mercado; economia política, abastecimento econômico, mercado financeiro, mercado de capitais etc., e muitos outros elementos que a ciência “economia” possa gerar os grandes avanços e retrocessos que ocorrem no Brasil, por vezes, atrelando-se à variação da moeda internacional cambial (dólar), à flutuação da bolsa de valores (B3) e outras, além de diversos outros eventos que ocorrem no “universo paralelo do mercado de capitais”.

    E há mais em dizer a respeito do “mercado”. O fato desse ente abstrato ter uma disposição, ânimo bastante humanizado, com volatilidade admirável e conforme os seus interesses. Esse “humor do mercado” depende muito de que políticas públicas está a se falar. Se forem politicas públicas que favoreçam aos cidadãos das Classes C, D e E, o “humor do mercado” se arvora e há o aumento da cotação do dólar e a queda das transações na bolsa de valores B3, inclusive interferindo nas cestas básicas que são as mais consumidas pelas outras Classes C, D e E, mas se há uma política pública que favoreça as Classes A e B, então o “humor do mercado” se estabiliza, mas sem perder qualquer lucro financeiro, ou seja, a cotação do dólar se retrai e as transações na bolsa de valores B3 aumentam, mas aqueles aumentos que foram decorrentes do favorecimento das outras classes sociais, não caem, não retroagem, não retrocedem. Como se sabe, estabiliza-se.

    Essa volatilidade do “humor do mercado” tem a explicação óbvia de que se as políticas públicas são para as Classe C, D e E, teoricamente diminui o capital financeiro das classes dominantes A e B, recupera-se com o aumento do dólar e mantém a carteira de valores de investimentos, na moeda americana e nas aplicações financeiras, que o “mercado” também interfere. Mas, se as políticas públicas são para as Classes A e B, mantém-se a estabilidade da aplicação financeira da moeda americana, há o aumento dos indicativos em bolsas de valores B3, já que as empresas que são de propriedade dessas classes dominantes é que regulam o humanizado “humor de mercado” e mantêm o seu lucro nesses investimentos.

    Com isso, obviamente perceptível que, políticas públicas aos trabalhadores é exportador de valores e investimentos no “mercado” e políticas públicas que favorecem as classes aristocratas, importam investimentos no “mercado”. Simples assim!

    Em meio a todas essas variantes de humor do ente abstrato “mercado”, junta-se outro macro poder econômico, o ente abstrato “agronegócio” que está atrelado ao mundo real e que dá robustez ao Produto Interno Bruto (PIB), portanto, serve de base de amortecimento às crises políticas, sociais e econômicas que o Brasil atravessa desde 2008 e com mais intensidade nas últimas eleições de 2022.

    Mercado: Ente Abstrato que impacta vidas reais de pobres, pretos e favelados
    Foto: Mundo dos Investimentos

    Essas ações, no entanto, tornaram-se pautas de polarização política e travam disputas de poder entre os atores políticos do país, mas em nada favorecem as Classes C, D e E que ficam à deriva de decisões e aportes políticos às pautas desses atores políticos, enquanto a chamada “pauta bomba” tira o foco dos fatos e ações públicas que favoreçam as classes trabalhadoras. No melhor dos movimentos do “mercado”, não é demais naturalizar o fato de que somente três mil pessoas no Mundo detém mais de 15 trilhões de dólares o que fazem desses “senhores do mundo” os atores principais da movimentação do ente abstrato “mercado”, razão pela qual esses argumentos estão todos interligados.

    Com tudo isso, não há como deixar de lado o fato de que as Classes C, D e E estão, a cada dia, mais descapitalizadas, com mais horas de trabalho, ou com jornadas em dois ou mais empregos, enquanto as Classes A e B mantém sua hegemonia no “mercado” de capitais, ditando as pautas financeiras e colocando os trabalhadores à margem do limite suportável, descapitalizando-os, inebriando e comandando pautas políticas que trazem à discussão temas de impacto social, roubando cena da mídia com distúrbios econômicos e financeiros, de forma a se constituir uma “cortina de fumaça” e transformar o debate político, social, econômico como origens do “comunismo” ou do “socialismo liberal”, mas que nada contribuem ao crescimento do povo brasileiro.

    classes Económica favelados força mercado MISTÉRIO pib pobres pretos
    TN Brasil TV
    TN BRASIL TV
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    TN BRASIL TV desde 2015 é uma empresa de notícias, publicidade e produção. Se destaca pela cobertura de temas políticos nacional e internacional, com seriedade, sem se conduzir por paixões ou ideologias. Promove Reflexões HISTÓRICAS, Entrevistas, Revista Digital e Debates, no Facebook e Instagram. O site é uma referência em sua área de atuação.

    Continue lendo

    Brasil tem desemprego de 6,1% no tri até março; menor nível para o período desde 2012

    Projeto do governo prevê salário mínimo de R$ 1.717 em 2027 e define metas fiscais

    O Recorde da Ilegalidade: Mercado Ilícito Causa Prejuízo de R$ 473 Bilhões ao Brasil

    O Futuro do Pará é Cor de Cobre

    Taxa de desemprego fecha em 5,1% em 2025 e registra mínima histórica

    Lucro das estatais brasileiras cresce 22% e chega a R$ 136 bilhões até 3º trimestre de 2025

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Chicão é eleito senador pelo Pará em disputa voto a voto contra Éder Mauro

    5 de outubro de 2026

    Lu Ogawa é eleito deputado federal no Pará com mais de 136 mil votos

    5 de outubro de 2026

    Adriano Coelho é eleito deputado federal com mais de 114 mil votos no Pará

    5 de outubro de 2026

    Erick Monteiro (MDB) é reeleito deputado estadual no Pará com mais de 66 mil votos

    5 de outubro de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Leonardo Vale chega à Alepa com 53.195 votos

    ALEPA EM FOCO 5 de outubro de 2026

    O candidato Leonardo Vale (PSD) foi eleito deputado estadual no Pará neste domingo (4) com 53.195 votos, garantindo seu primeiro mandato na Assembleia da Casa.

    Alepa: Deputada Cilene Couto renova mandato com votação expressiva

    ALEPA EM FOCO 5 de outubro de 2026

    A deputada Cilene Couto (MDB) foi reeleita para a Assembleia Legislativa do Pará com 92.730 votos, alcançando a maior votação entre as candidatas mulheres.

    Com mais de 41 mil votos, João Coelho vence desafio estadual e garante vaga na Alepa

    ALEPA EM FOCO 5 de outubro de 2026

    O vereador João Coelho (PDT) foi eleito deputado estadual no Pará neste domingo (4) com 41.657 votos, conquistando seu primeiro mandato na Alepa.

    Alepa: Victor Dias cresce nas urnas e garante reeleição com 82.770 votos

    ALEPA EM FOCO 5 de outubro de 2026

    O deputado Victor Dias (União Brasil) foi reeleito para a Assembleia Legislativa do Pará neste domingo (4) com 82.770 votos, crescendo 71,6%.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}