As entidades de classe argumentam que a sanção aplicada de forma preventiva é prematura e desproporcional, apontando manifesta violação às garantias constitucionais do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. No documento transcrito na íntegra logo abaixo, as instituições exigem a imediata revisão do ato administrativo e a reintegração das profissionais ao pleno exercício da advocacia.
Entidades que subscrevem a Nota de Repúdio são:
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Associação Unificada Nacional da Advocacia – UNAA
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Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica – ABMCJ/PA
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Instituto Paraense de Direito de Defesa – IPDD
Advogados e Advogadas Signatários
- Luana Miranda Hage Lins Leal Viegas — Co-presidente UNAA Pará
- Cristina Silvia Alves Lourenço — Co-presidente UNAA Pará e Presidente da ABMCJ Pará
- Joseane Borges Loiola — Co-presidente UNAA Pará
- Marcelo Lienro da Silva Amaral — Presidente do IPDD
Confira a nota de repúdio tornada pública em 17 de maio de 2026:



