A Meta negou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter favorecido politicamente algum candidato durante a campanha eleitoral e afirmou que o perfil de Lula (PT) alcançou mais pessoas que o de Flávio Bolsonaro (PL) no Instagram. Segundo a empresa, entre 16 de agosto e 25 de outubro, o presidente obteve um alcance total cerca de 1,5 vez maior, enquanto Flávio publicou menos vezes, mas alcançou mais pessoas por publicação.
A empresa argumentou que as diferenças de alcance são resultado das estratégias digitais das campanhas, da frequência de postagens e do engajamento do público, e não de favorecimento algorítmico. A manifestação ocorre após ações judiciais e reportagens apontarem possíveis restrições às contas de Lula e recomendações algorítmicas do perfil de Flávio, práticas que poderiam contrariar as regras da Justiça Eleitoral.

