Close Menu
TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    Em Alta

    Pensar é um ato de liberdade

    19 de outubro de 2026

    Jacundá em Perspectiva: a gestão de Itonir Tavares (MDB)

    19 de outubro de 2026

    Ter o diagnóstico psiquiátrico não basta: quase metade das perícias trabalhistas nega relação com o trabalho

    19 de outubro de 2026
    Facebook Instagram LinkedIn WhatsApp
    terça-feira, outubro 20
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de VistaTN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista
    • ALEPA EM FOCO
    • América Latina
    • Coluna do Cassimiro
      • Ciências Políticas
    • MUNDO
      • China “O Império do Meio”
      • Estados Unidos “Tio San”
      • Rússia “A Grande Potência”
    • FOLHA DE ESPORTE
    • NOTÍCIAS
      • EDITORIAL
      • TN Book
      • Amazônia
      • IMPRENSA
        • DESTAQUE TN BRASIL TV
      • AGRONEGÓCIO
      • EDUCAÇÃO
      • COP-30 – Belém
      • CULTURA
        • Filmes, Séries e Documentários
      • Business
      • ECONOMIA
      • JUSTIÇA
        • JUSPARÁ
        • Revista Líderes do Direito
      • FOLHA POLICIAL
      • RELIGIÃO
      • TURISMO
    • JUSPARÁ
    • POLÍTICA
      • HISTÓRIA DAS ELEIÇÕES
      • PREMIAÇÕES
      • O CARCARÁ
      • OBSERVATÓRIO POLÍTICO
    • PORTAL DA HISTÓRIA
    • Colunistas
      • Carla Crispin
      • Cláudio Affonso: Direito sem Roteiro
      • Conexões Legais com Evellyn Anne Freitas
      • Conversa Jurídica com Leomara Couto
      • A Forja do Direito com Daniele Malheiros
      • Vozes da Amazônia com Monick Barros
      • Estella Nunes: Olhares sobre História e Direito
      • Futebol com Hiran Lobo
      • Gisele Lana: Entre Direitos e Benefícios
      • Leilões & Estratégia com Tatiana Filagrana
      • Mulher em Pauta com Kercia Pompeu
      • Descomplica Tributário Com Paula Souza
      • Direito Sem Rótulos com Renata Feitosa
      • Larissa de Jesus
    TN BRASIL TV – Outro Ponto de Vista

    Era Digital das Eleições: Impactos do Presente e a Incerteza da Segurança Futura

    TN BRASIL TVTN BRASIL TV26 de setembro de 2025 JUSTIÇA
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link
    Era Digital das Eleições: Impactos do Presente e a Incerteza da Segurança Futura
    Mariana Pereira de Oliveira, advogada especializada em Direito Eleitoral /Arte: TN
    Compartilhe
    Facebook LinkedIn WhatsApp Copy Link

    O acalorado discurso político, antes restrito a palanques, rádios e televisões, cedeu abruptamente espaço à nova era digital. Mas, para compreendermos esse cenário, é preciso revisitar a história.

    Em 1990, o sistema eleitoral brasileiro adotou a urna eletrônica, um marco profundo na informatização das eleições. A chamada Era Digital ampliou a comunicação política e fortaleceu o trabalho da Justiça Eleitoral.

    O cenário é, de fato, prático e promissor: todo avanço traz consigo a esperança de um futuro melhor. No entanto, velhos hábitos ressurgem com nova roupagem. A tecnologia muda as ferramentas, mas as táticas de manipulação permanecem.

    Não é exagero afirmar que o voto, embora secreto, está mais exposto do que nunca. Com a inteligência artificial generativa, o uso de deepfakes, bots e perfis falsos tornou-se mais sofisticado e difícil de detectar. A manipulação deixou de ser apenas discursiva: tornou-se visual, emocional e quase imperceptível. O resultado é um eleitorado cada vez mais vulnerável a desinformações com aparência de verdade.

    A era digital também trouxe novas formas de abuso eleitoral. A compra de votos deu lugar ao microtargeting emocional. A boca de urna transformou-se em disparos em massa por aplicativos de mensagem. Os boatos se converteram em fake news com aparência profissional. O cabo eleitoral foi substituído por robôs. Mudou o meio, mas a intenção — e o impacto — continuam os mesmos.

    É inegável, contudo, que a Justiça Eleitoral brasileira é referência mundial em informatização. A urna eletrônica e a identificação biométrica simbolizam uma tecnologia evolutiva que permeia toda a administração eleitoral, garantindo a segurança e a inviolabilidade do processo de votação.

    O problema não está no voto em si, mas na formação da consciência do eleitor, cada vez mais moldada por algoritmos, impulsionamentos pagos e bolhas digitais que reforçam certezas e eliminam o contraditório.

    Se hoje já vivemos os efeitos da digitalização da política, o futuro apresenta desafios ainda maiores. Como garantir que eleições crescentemente influenciadas por ferramentas tecnológicas não sejam capturadas por mecanismos invisíveis de manipulação? Como preservar a soberania popular em um ambiente em que a dúvida se propaga mais rápido que a verdade?

    A resposta talvez esteja na convergência entre tecnologia, regulação e educação. Precisamos de mecanismos legais eficazes, transparência algorítmica e responsabilização das plataformas digitais. Mas, sobretudo, precisamos de um eleitorado crítico, consciente e bem informado. A defesa da democracia não se faz apenas nas urnas, mas na construção contínua da confiança entre sociedade e instituições.

    Como advogada eleitoral, afirmo: a integridade das eleições hoje depende não apenas do voto registrado, mas da qualidade da informação que o forma. O processo democrático está sendo disputado no ambiente digital — um espaço fluido, opaco e em constante disputa.

    A desinformação não é um acidente: é uma estratégia. Ela se adapta às emoções e ansiedades do eleitor. Por isso, já se fala em combater o abuso de poder algorítmico. E, com a proximidade de eleições nacionais, essa discussão deve ser tão firme quanto as próprias ofensivas digitais.

    Importa frisar: a tecnologia, quando usada para fins lícitos, garante avanços sociais e institucionais. Demonizá-la seria um erro. O caminho é a regulamentação inteligente, técnica e transparente.

    A construção de um pleito justo e equilibrado em tempos digitais passa, inevitavelmente, pela educação. O eleitor precisa ser conscientizado não apenas sobre seus direitos, mas também sobre seus limites éticos e sobre os riscos da manipulação digital.

    Cabe à advocacia, ao Poder Judiciário, ao Legislativo e à sociedade civil enfrentar essa nova fronteira democrática. Se não atualizarmos nossas ferramentas jurídicas, corremos o risco de manter eleições formalmente regulares, mas substantivamente manipuladas.

    O grande desafio está em equilibrar a liberdade de expressão — princípio basilar da democracia — com a necessidade de combater a desinformação e o uso indevido da tecnologia.

    Concluo reforçando o incansável trabalho da Justiça Eleitoral em acompanhar a Era Digital e se atualizar para não perder o ritmo das inovações. Ainda assim, a educação digital deve ser debatida constantemente, até que consigamos estar em nível igual ou superior aos que tentam burlar a lisura dos pleitos eleitorais.

    Por Mariana Pereira de Oliveira, advogada especializada em Direito Eleitoral; Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Subseção de Santa Inês (MA) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA).

    ELEIÇÕES ERA DIGITAL Impactos INCERTEZA tecnologia
    TN Brasil TV
    TN BRASIL TV
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    TN BRASIL TV desde 2015 é uma empresa de notícias, publicidade e produção. Se destaca pela cobertura de temas políticos nacional e internacional, com seriedade, sem se conduzir por paixões ou ideologias. Promove Reflexões HISTÓRICAS, Entrevistas, Revista Digital e Debates, no Facebook e Instagram. O site é uma referência em sua área de atuação.

    Continue lendo

    TRE/AL Indefere Candidatura de Dr. João Neto a Deputado Federal por 4 Votos a 3

    Controvérsia Sobre Inscrição na OAB de Arthur Lira Gera Pedidos de Apuração à Entidade e à Polícia Federal

    Caso Priscyla Gomes: réu vai a julgamento por estrangulamento e fraude processual em Belém

    Regulamentação de ‘filtro de relevância’ para recursos ao STJ vai à sanção presidencial

    Medida protetiva não pode impor à vítima de crime sexual o ônus de se afastar do acusado

    Caso Yasmin Macedo: Júri absolve Lucas Magalhães de homicídio

    COLUNA DO CASSIMIRO

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    14 de outubro de 2026

    Chicão é eleito senador pelo Pará em disputa voto a voto contra Éder Mauro

    5 de outubro de 2026

    Lu Ogawa é eleito deputado federal no Pará com mais de 136 mil votos

    5 de outubro de 2026

    Adriano Coelho é eleito deputado federal com mais de 114 mil votos no Pará

    5 de outubro de 2026
    ALEPA EM FOCO

    Roni Baiano e deputado Carlos Vinícius: aliança política em Tailândia

    ALEPA EM FOCO 16 de outubro de 2026

    Reeleito nas eleições de 2026 com 53.090 votos, o deputado estadual Carlos Vinícios contou com o apoio do vereador Roni Baiano para somar 720 votos em Tailândia.

    Zeca Pirão, o reconhecimento popular e a política próxima do povo

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    Com 36 anos de vida pública, o deputado estadual Zeca Pirão destaca-se na política paraense por sua atuação próxima do povo e foco na transformação social.

    Bastidores da Alepa: Sucessão na Mesa Diretora e as eleições para prefeito em 2028 movimentam o parlamento paraense

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    Cobertura jornalística do portal TN Brasil TV sobre a sucessão na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Pará e o xadrez político para as eleições municipais de 2028.

    Com 92.730 votos, Cilene Couto é a mulher mais votada para a Alepa em 2026

    ALEPA EM FOCO 14 de outubro de 2026

    A deputada Cilene Couto foi reeleita em 2026 com 92.730 votos, registrando a maior votação entre as mulheres e iniciando seu quinto mandato na Alepa.

    • Página Inicial
    • Faça Sua Doação
    Leia, compartilhe e utilize nosso conteúdo. Não esqueça de citar a fonte! Siga nossas redes!

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Gerenciar o consentimento

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.


     

    Funcional Sempre ativo
    O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
    Preferências
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
    Estatísticas
    O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
    Marketing
    O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
    • Gerenciar opções
    • Gerenciar serviços
    • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
    • Leia mais sobre esses objetivos
    Ver preferências
    • {title}
    • {title}
    • {title}