Na era da informação, ela também acha seu lugar, circulando tão rápido quanto a verdade. As Fake News, com cara de notícia, mas com desinformação, manipulação, interesses escusos.
É crucial entender que Fake News vai além de boatos da internet. É uma estratégia astuta, uma ferramenta de poder, feita para confundir, arruinar reputações, e influenciar decisões políticas, fragilizando a democracia. Quando a mentira vira costume, a verdade se esvai, e a sociedade perde segurança.
É comum compartilhar notícias falsas sem notar. No impulso, na emoção, no susto, ou revolta, reside o poder da Fake News: gerar reação antes da reflexão.
Lembre-se, espalhar desinformação pode trazer problemas legais. A lei prevê punições pra quem divulga Fake News, incluindo:
Calúnia
Difamação
Injúria
Danos morais
Crimes eleitorais em certas situações
É um erro crer que “apenas compartilhou”.
Responsabilidade é ativada quando se ajuda a espalhar uma mentira.
Identificar uma Fake News? Moleza, com atitudes bem simples: o título exagerado ou chocante demais, algo suspeito. Quando a fonte não é confiavel, ah, preocupante! Se o conteúdo vem em prints, áudios, vídeos sem procedência, perigoso. Notícia que provoca raiva ou medo em excesso? Sinal de alerta, viu?
A emoção é o combustível da desinformação.
Como advogada e colunista, digo: informação é poder, mas só se for verdadeira. A verdade que sustenta credibilidade, respeito e a confiança, sabe?
É o pensamento crítico que fortifica a sociedade.
Numa sociedade justa, a responsabilidade de cada cidadão constrói ela.
Proteger a democracia é ser cuidadoso com o que se compartilha.
Antes de mandar qualquer coisa por aí, a pergunta tem que ser simples e direta:
“Isso é verdade ou só combina com o que eu quero acreditar?”
Essa reflexão separa quem informa de quem desinforma, certo?
